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Búfalo a domicílio 14/01/2019

Ontem eu provei, pela primeira vez, carne de búfalo criado 100% naturalmente. O animal vive do jeito que era há 130 mil anos quando os rebanhos vagueavam pelos campos do norte da América: comendo apenas capim e fazendo coisas que búfalos fazem. A diferença entre aquela época e hoje? Ele morre de maneira diferente.

A compra da carne é feita online www.WildIdeaBuffalo.com e a caixa é entregue em alguns  dias com os produtos congelados, embalado com gelo seco e uma espuma isolante que é biodegradável. A instrução de como se desfazer da espuma feita de amido de milho vem junto:  https://www.greencellfoam.com/disposal-video.  Que legal!!!

A espuma também é compostável no jardim, que é o destino que eu vou dar ao material. Fica a dica: não tocar gelo seco diretamente! Eu queimei uma pequena área da mão.

Entre os diferentes cortes que vieram neste pacote, escolhi o mais fácil de fazer para praticar.

As informações que acompanham a entrega alertam sobre a diferença do preparo em relação à carne de gado. Os panfletos incluem receitas com fotos coloridas, dicas, informações nutricionais e mais dados da empresa. Tudo elaborado com muito carinho, como se fosse um presente de um querido amigo.

As tiras de alcatra me pareceram ser fáceis de preparar. Sequei o excesso do líquido com papel toalha, joguei um salzinho e passei elas numa assadeira de ferro quente com um pouco de gordura. Bem rapidinho, coisa de 3 a 5 min, salpiquei com pimenta do reino e servi com acompanhamentos simples.

O rótulo da frente lê: “100% alimentado com grama/pastagem, criado sem antibiótico, abatido no campo. O rótulo de trás lê: “Carnívoros conscientes levantem seus garfos. Criado como nenhum outro, nosso búfalo andam os milhares de acres comendo apenas a grama sob seus pés. Eles são abatidos com respeito no campo aberto. O resultado é uma carne saudável e extravagantemente deliciosa saboreada com consciência limpa. O melhor das pradarias de Dakota do Sul. Dan e Jill O’Brien, fundadores”. Gosto muito deste recado personalizado dos donos do rebanho direto pro consumidor. Quero viver o suficiente para ver esta mudança no Brasil.

Todos nós merecemos saber de onde vem nosso alimento e como é produzido.

O sabor desta carne é limpo, delicado e rico ao mesmo tempo. A carne é macia e suculenta. Tudo o que foi prometido. Meu marido e eu começamos a refeição papeando e comparando nossa opinião sobre a carne e conforme fomos comendo o papo virou “aham..” “hhmm” e sinais de sim com a cabeça. Perto do final da refeição estávamos em silêncio, cada um tendo um momento íntimo com seu prato, num estado meditativo ou contemplativo. Como se estivéssemos observando o espírito do animal silvestre voltando à vida ao alimentar as nossas células. Talvez tenha sido a forte injeção de Omega 3, B12 e ferro que tenha desestruturado nossa mente falante. Mas eu não posso negar que a experiência e a sensação de saciedade e paz que sentimos foi diferente de quando comemos carne de gado comercial que vive uma vida de maltratos que requerem antibióticos, vacinas e injeções de hormônio de crescimento para depois passarem por transporte caótico e abate estressante e doloroso inundando a carne de cortisona na hora da morte.

Estes búfalos são abatidos em um método diferente. Ele está pastando e de repente “bum” um tiro certeiro na cabeça e ele cai. Ele passa de feliz a morto no instante em que o gatilho é disparado. Para manter vivo o ritual dos índios nativos desta região, um maço de salvia é acesso pela equipe e serve de unção antes do abate.

Você pode ver fotos do processo de colheita neste artigo:  https://wildideabuffalo.com/blogs/blog/why-humane-field-harvest

Desta maneira o bufalo não vê o perigo chegando, ele não tenta fugir, ele não luta, ele simplesmente apaga. É o que se chama aqui “Humane Field Harvest” – colheita humanizada no campo. Ele é abatido e limpado no campo em vez de ser transportado vivo ao abatedouro. Dizem ser este o segredo de uma carne macia e saborosa. Na  natureza a morte do búfalo é geralmente brutal. A maioria dos animais é perseguido e devorado pelos lobos e a luta pode durar muitas horas, senão um dia inteiro. Nesta fazenda o objetivo é gerar o mínimo de stress e dor ao sacrifício.

https://wildideabuffalo.com/blogs/blog/humane-field-harvest-processing-video

É claro que esta carne é mais cara do que a carne do mercado. Ela tem que ser mais cara. Este é um processo artesanal. Vai ser difícil voltar a consumir a carne comercial, isso eu vou lhe garantir. Estou negociando comigo mesmo para abdicar de certas “desnecessidades” e poder comprar esta carne. Eu posso facilmente fazer a unha em casa, cancelar Netflix e ler mais livros, cancelar a academia e me exercitar por aqui, economizar mais energia elétrica, ir menos vezes à cabeleireira, etc.  Simplesmente reduzir o consumo de carne para migrar para este produto superior em saúde, nutrição e prazer é uma negociação fácil pra mim. Andei fazendo as contas e como nós comemos carne vermelha umas 5 ou 6 vezes por mês, vai ser um ajuste fácil. O búfalo custa o dobro do preço da carne de gado no mercado e podemos comprar o pacote promocional do mês a preço de atacado com entrega grátis que deve durar 2 meses para nós. Além disso, estamos votando com o nosso dinheiro em uma prática que é boa para o planeta, para o animal e apoiando diretamente o produtor. Eles criam, abatem e vendem. Eles controlam toda a operação do início ao fim.

Consumir carne pra mim é importante. Eu me sinto bem com a nutrição que a carne me oferece. Mas passei a ser criteriosa com a carne que consumo. Evito carne produzida comercialmente cuja origem não pode ser traçada de volta ao produtor. Eu já fui vegetariana por uns 4 anos da minha vida na década de 90 e foram os anos mais miseráveis em termos de saúde. Eu tinha ataques de fraqueza e de pânico com frequência. Sem saber o que era e por que era, eu fui levada em centros espíritas para receber passes, fui a médicos que não achavam nada de errado comigo (hoje entendo que médicos não fazem análise nutricional de pacientes porque não estão preparados para isso, aliás nem me perguntou como era minha dieta). Mas hoje, sabendo como acontecem as funções celulares e como so hormônios são fabricados eu acredito que seres humanos precisam de gorduras e proteínas de origem animal. Há os que dizem que nós podemos viver de plantas. Antes de tomar uma decisão tão séria e radical sugiro que procurem se informar sobre 3 coisas importantes de entender como acontecem as funções celulares no nosso corpo: Leia sobre antropologia, informe-se sobre lectinas e leia sobre o surgimento da cultura vegetariana porque o ser humano não era vegetariano há 10 mil anos atrás. Ele sempre se alimentou de carne e mudar este hábito em 500, 200, 100  ou 50 anos é equivalente a aprender a respirar debaixo d’ água em 3 dias. O corpo simplesmente não consegue evoluir e se adaptar tão rápido.  A dieta vegetariana originou na Ásia, cultivada pelos monges Tibetanos que tinha um objetivo espiritual e não nutricional. Era a privação e supressão dos desejos da carne (suprimir os hormônios por privação nutricional) e elevação do espírito. Eles não mantinham empregos de 8 horas diárias, não lidavam com o trânsito metropolitano, eles não chegavam em casa e se deparavam com tarefas como preparar a janta pra família, ajudar os filhos com a tarefa, cuidar que a roupa esteja limpa e que as contas estejam sendo pagas em dia. Eles não tinham trabalho que exigia concentração mental, criação intelectual, não tinham pressão do chefe por melhor produção no trabalho nem família com problemas ao seu redor. Eles viviam/vivem uma vida de isolamento, solitude. O objetivo deles não é construir ativamente para sua família e sua comunidade. O objetivo deles era/é a evolução espiritual pessoal, o nirvana. Eles viviam/vivem para si mesmos.

Nosso corpo precisa de combustível animal que nutre e constrói as células é o combustível animal. O combustível vegetal desintoxica e também tem seu lugar na nossa dieta, mas em excesso também intoxica porque plantas contém lectinas. Leia sobre a toxicidade das lectinas e reconhecerá em seus amigos veganos os efeitos das lectinas. Aparentemente eles podem estar exuberando saúde e bem estar, mas viver de plantas é um risco muito grande para os seres humanos que dependeram de proteína animal por eons e eles não teriam sobrevivido se não fosse pela carne. A maioria das famílias veganas têm problemas de desnutrição e outros problemas de saúde crônicos. Consumir carne comercial também é ruim pra saúde, (aliás, tudo em exagero é prejudicial) por isso, eu quero incentivar todos os meus leitores a buscar produtores rurais na sua região e estreitar seus laços com eles. Peça por um produto saudável. Eles podem estar esperando pela oportunidade de produzir para você e lhe servir um produto digno e honesto. Quem diria, eu, que estou nos Estados Unidos, no país do fast food e do junk food, em Orlando, a terra da fantasia de plástico, tenho acesso há 45 min da minha casa, à galinha solta no pasto onde eu posso pessoalmente ir colher ovos. E que ovos!! Consigo em 20 min de carro comprar leite cru de vacas felizes que atendem pelo nome. Eu tenho certeza que nós temos que ir um pouco pra trás para poder ir pra frente porque do jeito que está não dá pra ser feliz. Em “ir pra trás” eu me refiro a resgatar nossa dieta tradicional antiga composta de ingredientes sadios. E é a exigência do consumidor que vai criar a mudança. O consumidor é o eleitor do sistema de alimentação que sustém sua saúde ou sua doença. 

Quando vi o filme Dança com os Lobos em 1990 eu fiquei fascinada pelos búfalos. Eu morava em Rio do Sul e nunca imaginei que um dia eu teria o privilégio de poder comer esta carne tão rica e preciosa. E pensar que estes animais magníficos quase foram extintos! Graças a fazendeiros com visão empreendedora e alguns parques nacionais o búfalo está preservado. Ele tem ganhado popularidade entre as pessoas que querem se alimentar melhor e saber de onde vem o seu alimento. O consumidor consciente quer melhores tratos para os animais e quer evitar as toxinas injetadas nos mesmos. Estas toxinas acabam sendo transferidas aos consumidores e causando todo tipo de efeito colateral, distúrbios hormonais, resistência à antibióticos, etc.

Em 2015 nós realizamos um grande sonho e visitamos o parque nacional Yellowstone onde vimos de pertinho os búfalos em seu ambiente natural. Por aqui eles pastavam há milênios e por aqui eles continuam.

O ser humano causou muita destruição no planeta mas também está aprendendo a se superar e preservar. Quero lembrar a cada um de vocês a importância de preservar seu próprio templo, o seu corpo. Nós somos merecedores dos bons tratos que nos damos. Uma das regras do livro do Jordan Peterson chamado: As 12 Regras para o antídoto ao caos, é : Cuide de si como se você estivesse cuidando de alguém que vc ama muito. E eu vejo isso constantemente, as pessoas são tão carinhosas e generosas com os outros e negligenciam seu próprio bem estar. Eu tenho uma lista grande de amigos que eu posso ligar a qualquer hora da noite e pedir ajuda com um pneu furado à beira da estrada se eu precisar. Eu sei que eles virão o mais rápido que puderem ao meu socorro porque eles sabem que a minha vida está em perigo. Mas eles não deixam de consumir refrigerante, não se exercitam e pouco se importam com os aditivos dos alimentos que intoxicam suas células. Isso ainda me deixa perplexa.

Eu sei que há pessoas que podem me julgar uma extravagante porque talvez agora só vou consumir búfalo em vez de gado comercial. Eu sei que há pessoas que me acham esquisita, exigente e chata com comida. E eu estou longe de ser radical ou perfeita. Eu consumo um McDonalds se eu estiver em viagem e não tem mais nada aberto. Eu como um chocolate comercial em ocasiões especiais, eu vou eventualmente consumir carne produzida comercialmente. Não acredito que eu consiga viver 100% natural e nem prego isso pra ninguém. Estarei feliz com um equilíbrio 80×20 ou 75×25. Independente do que acham eu vou continuar experimentando o que funciona melhor pra mim e prestar atenção à resposta que meu corpo me dá. Nem tudo que eu experimento eu consigo manter. Eu sei por exemplo que estou bebendo pouca água nas últimas semanas. Quando eu publiquei o artigo “A Cura pela Água” eu estava seguindo à risca a quantidade recomendada para meu peso mas atualmente estou muito relaxada e eu sinto isso nas minhas articulações, no meu intestino. Preciso caprichar mais. O importante é que de modo geral me sinto melhor, mais forte, mais saudável. Até consigo correr e nadar por 30 min, algo que eu não podia fazer antes. Não tenho mais gripe e não precisei de antibióticos há muitos anos e isso já é uma ótima evidência de que eu estou melhor hoje do que era no passado.

Quero convidar cada um de vocês a tomar um passo pequeno que seja em direção a uma vida mais vibrante porque você é tão merecedor do seu carinho e atenção quanto aquele amigo que lhe chama pedindo ajuda com pane no carro à beira da estrada tarde da noite. Eu sei que você não deixaria ele na mão.

 

 

 

 

 

 

 

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Parfait colorido de aveia 24/11/2018

Quando você estiver disposto a se recompensar por qualquer razão que seja com algo delicioso composto de diversas texturas, cores e sabores, aqui vai uma opção luxuosa e saudável.

Esta refeição requer preparo antecipado do leite de amêndoas e da granola de nozes. A aveia vai ficar de molho na noite anterior para que ela comece a digerir antes de ser consumida assegurando assim fácil digestão e maior absorção de nutrientes. A apreensão e espera só aumentam o prazer de comer esta maravilhosa combinação que vai deixar seu paladar elétrificado. Aprendi esta receita deliciosa com a Anita Goa ao seguir o blog dela praticando yoga www.anitagoa.com. Ela é uma instrutora fabulosa.

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Bolo de côco angelical – sem glúten e sem açúcar branco 18/11/2018

A parte mais difícil na transição para uma vida mais saudável é largar o açúcar, certo? Venhamos e convenhamos, ele está em todos os cantos esperando por você para dar o bote e lhe levar ao caminho do envelhecimento precoce.

A única maneira de deixar ele de lado é oferecer ao seu paladar uma opção compatível dentro da linha “comida saudável”. Venhamos e convenhamos, isso geralmente é uma bucha. Substituições e adaptações quase nunca satisfazem, concordam?

Mas eis que há um bolo de côco verdadeiramente angelical que me deixou muito feliz nesta manhã de domingo de outono.

Eu sempre gostei tudo côco mas sempre tive medo de comer qualquer coisa que contivesse côco desde que tive que ir pra emergência do hospital em 2000 com uma enxaqueca que me levou à beira da loucura. Foi a primeira vez que tomei uma injeção na veia para controlar uma dor que me debilitou a ponto de xingar quem não merecia. Eu havia comido uma torta de côco que comprei numa padaria no bairro Santana em Rio do Sul. A imagem ainda está gravada na minha mente. Uma das grandes tentações virou um pesadelo tormentoso. E desde então eu considerei côco um fator alérgico de alta periculosidade seguindo o raciocínio do médico que me atendeu naquela madrugada. Ele concluiu que eu havia comido algo que realmente me fez mal e a única coisa diferente que comi havia sido a torta de côco. Coitado do côco, condenado erroneamete. A culpada mesmo era a gordura vegetal usada na torta. Hoje eu consigo isolar a causa porque sinto reação ruim se volto a ter contato, especialmento associada à açúcar e alta temperatura onde o doce fica tostado.  Levei 12 anos para aprender isso.

Até o ano de 2000 eu não tinha muito uso para côco. Ele era limitado à uma água de côco no verão, cocada que é mais açúcar do que côco e deixei de curtir após a adolescência e eventualmente um bolo ou uma sobremesa. Hoje côco faz parte da minha dieta diária. Uso e abuso desta deliciosa fruta que a natureza nos oferece. Aprendi a incorporar o côco em todas as refeições da meu dia a dia. Até aprendi a fazer bochecos com óleo de côco ao acordar, antes de escovar os dentes, por uns 10 a 15 min. Algo que leva uns 10 dias para você aprender a gostar mas que se torna irresistível e os benefícios são muitos mas vou deixar isso para um próximo artigo.

O bolo de côco que fiz ontem à noite não leva trigo branco nem áçucar – os dois processados mais consumidos e uma dupla inimiga da nossa vitalidade. A receita eu vi no blog da Carrie Vitt www.DeliciouslyOrganic.com.

INGREDIENTES:

Para a massa

  • 8 ovos de galinha caipira em temperatura ambiente
  • 1/2 xíc de mel puro local
  • 6 colheres de sopa de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 1/2 xícara de creme de côco (você pode deixar uma lata de leite de côco na geladeira por 12hrs e abri-la na parte de baixo. Descarte o líquido e use o creme)
  • 1 colher de extrato de baunilha caseiro
  • 1 xícara de farinha de côco
  • 1/2 colher chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 colher chá de sal céltico

Para a cobertura

  • 200 gr de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 200 gr de creamcheese ( ou iogurte natural integral drenado levemente batido com uma pitada de sal. Esta opção lhe oferece o benefício dos probióticos)
  • 1/2 xíca de manteiga de côco
  • 1/4 xícara de mel cru puro local (boas bactérias para sua imunologia)
  • 1 colher sopa de extrato de baunilha caseiro
  • 1 xícara de côco ralado ou em flocos sem açúcar levemente tostado.

INTRUÇÃO

Aqueça o forno em 175 C e unte uma forma redonda de 23cm com manteiga ou óleo de côco.

Em uma batedeira fixa bata os ovos e o mel em velocidade méia alta por uns 5 minutos até criar uma mistura homogênea fofa. Você vai ter uma gemada. Agora adicione e incorpore a manteiga em colheradas, uma de cada vez em velocidade baixa. Em seguida a manteiga de côco, uma colherada por vês e a baunilha.

Misture a farinha de côco, sal e bicarbonato e adicione esta mistura lentamete à mão à gemada doce. Despeje na forma e deixe descansar por 5 minutos. Isso permite que a farinha de côco absorva a umidade.

Asse por 25 a 35 min, depende muito do seu fôrno. Fique de olho quando começa a dourar em volta.

Retire e deixe descansar dentro da forma por pelo menos 10 min e desenforme para esfriar completamente.

Para a cobertura: Bata todos os ingredientes, exceto o côco tostado, na batedeira fixa em velocidade média por 2 ou 3 min. Você verá uma consistência firme e fofa. Agora é só “chimiar”o creme e cobri-lo com o côco ralado tostado.

Bom proveito e saúde!

Você fez esta receita? Me conte como foi!

 

 

 

 

 

 

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Mudando nossa percepção sobre câncer – Robert Scott Bell & Flora Intestinal e Câncer – Parte 10 29/06/2018

Clique aqui para ver a Parte 9

Robert Scott Bell autor do livro “O Poder de Cura é Seu” é um radialista que encapsula empatia, sabedoria e humor como ninguém.

Ele ressalta a importância do sistema imunológico como nossa melhor arma contra o câncer e este foi o tema da sua palestra de Outubro 2017 e na sequência você verá um resumo do que ele apresentou. Aqui vemos ele se preparando para subir no palco.

A flora intestinal é a semente do sistema imunológico e ele é tudo! Eu sofri os primeiros vinte anos da minha vida com um sistema digestivo muito danificado. Eu tomei muito remédio durante todo este período e se eu consegui reverter isso, todo mundo pode! Agora que pratico homeopatia eu tenho estudado todos os métodos possíveis para fazer tudo mais eficiente para acelerar a recuperação. Quanto mais estratégias você puder utilizar para se curar, mais chances de cura e mais rápido isso vai acontecer.

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