Posts da Categoria: Saúde e Nutrição

Parfait colorido de aveia 24/11/2018

Quando você estiver disposto a se recompensar por qualquer razão que seja com algo delicioso composto de diversas texturas, cores e sabores, aqui vai uma opção luxuosa e saudável.

Esta refeição requer preparo antecipado do leite de amêndoas e da granola de nozes. A aveia vai ficar de molho na noite anterior para que ela comece a digerir antes de ser consumida assegurando assim fácil digestão e maior absorção de nutrientes. A apreensão e espera só aumentam o prazer de comer esta maravilhosa combinação que vai deixar seu paladar elétrificado. Aprendi esta receita deliciosa com a Anita Goa ao seguir o blog dela praticando yoga www.anitagoa.com. Ela é uma instrutora fabulosa.

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Bolo de côco angelical – sem glúten e sem açúcar branco 18/11/2018

A parte mais difícil na transição para uma vida mais saudável é largar o açúcar, certo? Venhamos e convenhamos, ele está em todos os cantos esperando por você para dar o bote e lhe levar ao caminho do envelhecimento precoce.

A única maneira de deixar ele de lado é oferecer ao seu paladar uma opção compatível dentro da linha “comida saudável”. Venhamos e convenhamos, isso geralmente é uma bucha. Substituições e adaptações quase nunca satisfazem, concordam?

Mas eis que há um bolo de côco verdadeiramente angelical que me deixou muito feliz nesta manhã de domingo de outono.

Eu sempre gostei tudo côco mas sempre tive medo de comer qualquer coisa que contivesse côco desde que tive que ir pra emergência do hospital em 2000 com uma enxaqueca que me levou à beira da loucura. Foi a primeira vez que tomei uma injeção na veia para controlar uma dor que me debilitou a ponto de xingar quem não merecia. Eu havia comido uma torta de côco que comprei numa padaria no bairro Santana em Rio do Sul. A imagem ainda está gravada na minha mente. Uma das grandes tentações virou um pesadelo tormentoso. E desde então eu considerei côco um fator alérgico de alta periculosidade seguindo o raciocínio do médico que me atendeu naquela madrugada. Ele concluiu que eu havia comido algo que realmente me fez mal e a única coisa diferente que comi havia sido a torta de côco. Coitado do côco, condenado erroneamete. A culpada mesmo era a gordura vegetal usada na torta. Hoje eu consigo isolar a causa porque sinto reação ruim se volto a ter contato, especialmento associada à açúcar e alta temperatura onde o doce fica tostado.  Levei 12 anos para aprender isso.

Até o ano de 2000 eu não tinha muito uso para côco. Ele era limitado à uma água de côco no verão, cocada que é mais açúcar do que côco e deixei de curtir após a adolescência e eventualmente um bolo ou uma sobremesa. Hoje côco faz parte da minha dieta diária. Uso e abuso desta deliciosa fruta que a natureza nos oferece. Aprendi a incorporar o côco em todas as refeições da meu dia a dia. Até aprendi a fazer bochecos com óleo de côco ao acordar, antes de escovar os dentes, por uns 10 a 15 min. Algo que leva uns 10 dias para você aprender a gostar mas que se torna irresistível e os benefícios são muitos mas vou deixar isso para um próximo artigo.

O bolo de côco que fiz ontem à noite não leva trigo branco nem áçucar – os dois processados mais consumidos e uma dupla inimiga da nossa vitalidade. A receita eu vi no blog da Carrie Vitt www.DeliciouslyOrganic.com.

INGREDIENTES:

Para a massa

  • 8 ovos de galinha caipira em temperatura ambiente
  • 1/2 xíc de mel puro local
  • 6 colheres de sopa de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 1/2 xícara de creme de côco (você pode deixar uma lata de leite de côco na geladeira por 12hrs e abri-la na parte de baixo. Descarte o líquido e use o creme)
  • 1 colher de extrato de baunilha caseiro
  • 1 xícara de farinha de côco
  • 1/2 colher chá de bicarbonato de sódio
  • 1/2 colher chá de sal céltico

Para a cobertura

  • 200 gr de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 200 gr de creamcheese ( ou iogurte natural integral drenado levemente batido com uma pitada de sal. Esta opção lhe oferece o benefício dos probióticos)
  • 1/2 xíca de manteiga de côco
  • 1/4 xícara de mel cru puro local (boas bactérias para sua imunologia)
  • 1 colher sopa de extrato de baunilha caseiro
  • 1 xícara de côco ralado ou em flocos sem açúcar levemente tostado.

INTRUÇÃO

Aqueça o forno em 175 C e unte uma forma redonda de 23cm com manteiga ou óleo de côco.

Em uma batedeira fixa bata os ovos e o mel em velocidade méia alta por uns 5 minutos até criar uma mistura homogênea fofa. Você vai ter uma gemada. Agora adicione e incorpore a manteiga em colheradas, uma de cada vez em velocidade baixa. Em seguida a manteiga de côco, uma colherada por vês e a baunilha.

Misture a farinha de côco, sal e bicarbonato e adicione esta mistura lentamete à mão à gemada doce. Despeje na forma e deixe descansar por 5 minutos. Isso permite que a farinha de côco absorva a umidade.

Asse por 25 a 35 min, depende muito do seu fôrno. Fique de olho quando começa a dourar em volta.

Retire e deixe descansar dentro da forma por pelo menos 10 min e desenforme para esfriar completamente.

Para a cobertura: Bata todos os ingredientes, exceto o côco tostado, na batedeira fixa em velocidade média por 2 ou 3 min. Você verá uma consistência firme e fofa. Agora é só “chimiar”o creme e cobri-lo com o côco ralado tostado.

Bom proveito e saúde!

Você fez esta receita? Me conte como foi!

 

 

 

 

 

 

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Mudando nossa percepção sobre câncer – Robert Scott Bell & Flora Intestinal e Câncer – Parte 10 29/06/2018

Clique aqui para ver a Parte 9

Robert Scott Bell autor do livro “O Poder de Cura é Seu” é um radialista que encapsula empatia, sabedoria e humor como ninguém.

Ele ressalta a importância do sistema imunológico como nossa melhor arma contra o câncer e este foi o tema da sua palestra de Outubro 2017 e na sequência você verá um resumo do que ele apresentou. Aqui vemos ele se preparando para subir no palco.

A flora intestinal é a semente do sistema imunológico e ele é tudo! Eu sofri os primeiros vinte anos da minha vida com um sistema digestivo muito danificado. Eu tomei muito remédio durante todo este período e se eu consegui reverter isso, todo mundo pode! Agora que pratico homeopatia eu tenho estudado todos os métodos possíveis para fazer tudo mais eficiente para acelerar a recuperação. Quanto mais estratégias você puder utilizar para se curar, mais chances de cura e mais rápido isso vai acontecer.

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Mudando nossa percepção sobre câncer -Parte 9 – Barbara L Fischer e Tirania Médica x Consentimento Informado – 22/06/2018

Se você quer ver a Parte 8 clique aqui.

Barbara L Fisher é lider mundial de defesa do consumidor no campo de liberdade de escolhas médicas e vacinas. Ela é diretora do Centro Nacional de Informações sobre Vacinas www.nvic.org.  Ela fundou esta ong em 1982 com objetivo de manter as pessoas informadas sobre as últimas leis, direitos e deveres de médicos e pacientes. Seu trabalho é em direção a uma reforma para vacinação segura e consentimento informado de consumidores da área médica. Autora do livro Um tiro no Escuro ( A Shot in the Dark) e entre outros e seu trabalho foi documentado em um filme chamado “The Greater Good” – O Bem Maior.

É importante estarmos informados e conscientes do que está acontecendo nos bastidores do ramo médico pois nunca saberemos quando nós ou alguém muito próximo de nós pode se deparar com uma situação inusitada e complexa. Quão importante é o seu poder de escolha diante de situações que envolvem a nossa vida e nossa morte? Só saberemos se passarmos pela experiência. Nossa família enfrentou este dilema alguns anos atrás quando minha mãe idosa e debilitada há meses passou a recusar comida. No mundo animal isso é um sinal claro que o ser não está bem e quer morrer. No caso da minha mãe, ela pedia pra morrer. Acamada e sequelada há 20 anos vítima de um aneurisma cerebral que a deixou semi paralizada, ela já não suportava mais a existência dependente e as dores do corpo que a aprisionava. O sistema médico em vigor entretanto, negou-a o direito de morrer e a casa de repouso onde ela estava internada nos deu 2 escolhas: retirar ela de lá ou instalar a sonda alimentar. Trazer ela pra casa seria ótimo, mas meu pai também é idoso e cuidar de 2 idosos em casa, especialmente uma pessoa acamada com cuidados especiais estava fora de cogitação por mais que quiséssemos. Então lá foi ela pro hospital para instalar uma sonda alimentar para manter viva uma pessoa que já expirou na mente e na alma há anos. Deixar ela na casa de repouso sem a sonda é ilegal. Sobre este e outros assuntos que a ativista pelos direitos de escolha sobre nossa saúde e vida falou durante o congresso sobre câncer em Outubro de 2017 . É um assunto amargo, difícil de digerir e que milhões e milhões de pessoas estão vivenciando neste exato momento – .

Abaixo eu tento resumir a intensa palestra que ela apresentou. https://thetruthaboutcancerlive.com/2017-event-location-14350757

Barbara Loe Fisher

“Do momento em que nascemos somos intruídos a respeitar e obedecer os conselhos médicos cujo paletó branco simpoliza sabedoria, compaixão e esperança. Nós acreditamos que médicos sabem mais a nosso respeito do que nós sabemos a respeito de nós mesmos e assim fazemos o que eles nos dizem. Confiando cegamente, colocamos as vidas dos nossos infantes e as nossas próprias nas mãos destes profissionais. Tratamos médicos e cientistas como se fossem deuses e esquecemos que eles são pais, irmãos, conjuges e filhos. Eles são como nós. Com toda sua fragilidade e limitação de certos conhecimentos. Sucetíveis a erros e tentações que são parte de todo ser humano.

Dois mil anos atrás o filósofo romano Cícero declarou : “Em nada o homem se aproxima mais de Deus do que quando promete a cura e a vida dos doentes.

Depois da revolução industrial e científica dos séculos 17 e 18 os médicos e cientistas conquistaram um desafio gigante perante a religião organizada. O medo de Deus foi substituído pelo medo de micróbios. A crença que segue é que o médico e sua ciência nos salvaria. O filósito francês Voltaire observou a influência dos médicos no século 18 e disse: “Médicos são homens que prescrevem remédios dos quais eles sabem bem pouco para curar doenças das quais eles sabem menos ainda em seres humanos dos quais eles sabem nada.

Sempre depositamos nossa confiança na pessoa que sabe curar seja lá qual era seu método de acordo com a sua era e lugar:  poções, benzimentos, sangue sugas, facas, unções, chás, remédios químicos, eletricidade ou vacinas.

Com a revolução tecnológica do século 20 e 21 a influência e autoridade médica e cientista alcançou novas alturas e temos  a mídia e as cortes judiciais para nos lembrar todos os dias de tantas maneiras que a ciência rege. Nós ouvimos que médicos e cientistas são os únicos que tem a inteligência e conhecimento do que é verdade e pessoas ordinárias sem diploma médico não tem o direito de questionar isso. E esta postura está indo mais longe que deveria.

Doutores e o governo agora ditam as regras de como devemos viver nossas vidas. A ciência não só define o que é a Verdade como também lideres em ciência são as autoridades que definem o Bem. Isso está definindo comportamento moral e quais valores culturais nós deveríamos ter e que tipo de lei deveria ser aprovada para limitar a abilidade individual de fazer escolhas não científicas que ‘presume-se’ colocar em risco a segurança pública. Isso é muita pressão. Muitos médicos não querem ser colocados num pedestal e executar este tipo de autoridade sobre a vida de outros semelhantes. Isso interfere no relacionamento de mútuo respeito, confiança entre médico e paciente.

A elevação de médicos e cientistas como fonte de verdade e moralidade cujo julgamento jamais deveria ser questionado está mudando nossa cultura e as leis que nos governam. A codificação da prática médica em lei ameaça direitos humanos incluindo autonomia e privacidade e liberdade de pensamento, expressão, consciência e religião. A tirania médica está violando direitos civis ao legalizar discriminação contra indivíduos suscetíveis e vulneráveis. O modelo médico atual é o de tamanho único serve a todos e a política de vacinação atual falha em respeitar a diversidade biológica e a limitação do conhecimento científico sobre o efeito destas vacinas.  Tirania está ilegitimando direitos de pais e a corte facilmente retira crianças das famílias declaradas sob tutela do estado para serem submetidas a tratamentos médicos por doutores que são isentos pelos danos que eles podem causar por estarem protegidos pelo governo por imunidade soberana. Isso é muito sério!

Muitos adolescentes são arrastados a hospitais por seguranças, contra sua vontade e injetados com quimioterapia ou submetidos a outros procedimentos involuntariamente e sem poder ter contato com sua família. E em muitos casos, pacientes chegam a ligar para a polícia de dentro de consultórios médicos por se sentirem incurralados, indimidados e por estarem sendo forçados a se submeterem a vacinas ou procedimentos que eles não estão prontos a aceitar ou que simplesmente querem recusar por diversas razões. Isso aconteceu com uma Sra que foi trancada em uma sala de pronto socorro e informada que dali ela não sairia sem uma injeção anti-tétano para um corte na mão que acidentalmente aconteceu em sua própria cozinha. Além disso a vacina que ela havia tomado há alguns anos estava ainda válida. Uma enfermeira estava segurando ela a força enquanto outra tentava aplicar a injeção. Foi quando ela teve que chamar as autoridades e assim ela conseguiu sair de lá.

Durante este processo de soberania médica, médicos conscientes são demonizados por oferecerem outras opções mais holísticas como nutrição e terapias alternativas. Doutores que têm compaixão pelos seus pacientes são ameaçados com a perda da sua licença médica se eles se recusam a agir como agentes do estado ou corporações quando optam por tratar pacientes como indivíduos. Este médicos que respeitam os princípios do consentimento informado para com seus paciente estão sendo bloqueados por negociações de grandes negócios organizados pelo governo, indústria e associações médicas.

Enquanto a agenda médica e seus procedimentos padrões se tornam leis impondo o sistema criado como única opção para todos, as pessoas estão acordando e reagindo porque elas sentem que algo está errado. Por mais de um século cremos que as intenções dos médicos é nos ver bem. Nós acreditamos nos oficiais da saúde quando nos asseguraram que obturações de mercúrio, flúor na água, alimentos transgênicos e cheios de pesticidas não oferecem nenhum risco à nossa saúde. E também acreditamos que os remédios e vacinas são seguros. Porém para todo lado que se olha, crianças estão cronicamente doentes e pessoas estão morrendo cada vez mais jovens.

Crianças que nunca estão bem estão com performance baixa na escola. Muitas delas ocupando salas de educação especial e salas do pronto socorro em números que os médicos responsáveis pela saúde pública não conseguem explicar.

  • 1 criança em cada 6 nos Estados Unidos tem deficiência de aprendizado. Em 1976 era 1 em cada 30.
  • 1 criança em cada 9 tem asma. Em 1980 era 1 em cada 27.
  • 1 criança em cada 50 tem autismo. Em 1990 era 1 em cada 555.
  • 1 criança em cada 400 tem diabete. Em 2001 era 1 em cada 500.

E milhões têm alergias severas, epilepsia, problemas digestivos e muito mais.

Apesar da “Guerra ao Câncer” declarada em 1971 pelo governo Americano câncer mata mais de meio milhão de pessoas todos os anos nos Estados Unidos e está tomando a posição número 1 como causa de mortalidade infantil. A expectativa de vida nos E.U está caindo, enquanto idosos vivem seus últimos dias com Alzheimer, Parkinson e tantas outras doenças terríveis.

Qual é a resposta da organização médica diante deste boletim horrível?  Para pessoas que querem o direito de decidir sobre sua própria saúde? Qual é a reação dos governantes que deram autoridade imprecedente à organizações médicas para decidir o que nós fazemos com os nossos corpos? A resposta deles é reforçar a estratégia em vigor do grupo de profissionais mais influente e poderoso da América. E cabe aos cidadãos a única opção de seguir o regime mais inflexível estabelecido até hoje no ramo da saúde.

A mensagem para o público é:

  • não questione nem discuta a autoridade médica
  • não critique o modelo de “tamanho único serve a todos” na a saúde pública
  • não peça pelo seu direito de ser parceiro com seu médico nas decições sobre sua saúde.

Isso mostra como o modelo médico saiu da rota original de atendimento personalizado ao indivíduo por um médico para conglomerados corporativo que não tolera desobediência dos profissionais e dos pacientes. É uma situação absurda que mostra a abrangência de poder e ganância que a indústria médico-farmacêutica tomou em proporções inimagináveis para proteger os negócios lucrativos e suas parcerias e nos manter reféns deste sistema.

Tirania médica está viva na América e os Americanos estão sendo explorados de uma maneira que os autores da constituição jamais poderiam ter imaginado.

Eu aprendi da maneira mais difícil que o direito de tomar uma decisão de risco cabe à pessoa que está correndo o risco e não ao médico que recomenda o risco a ser tomado. (Barbara tem um filho que foi severamente sequelado por doses repetidas de vacinas). Quando você se informa e pensa racionalmente sobre o risco que você ou sua criança estão prestes a correr, siga sua consciência. Você é o dono desta decisão. E quando você é o dono, você pode defendê-la e lutar pelo seu direito de escolha.

‘Nunca faça nada contra sua consciência, mesmo que o estado assim exige.’ – Albert Einstein.

Não existe direito e liberdade mais pessoal do que o de pensar independentemente quando somos confrontados com a decição de arriscar nossa vida, ou a vida de nossas crianças. Se não temos liberdade de fazer escolhas, a vida que vivemos aqui na terra não é nossa. Quando temos que arriscar nosso corpo que é onde nossa mente e espírito residem, nós temos que ter o direito de escolha.

Cada um de nós carrega um código genético único, suscetíveis a influências epigenéticas e da flora bacteriana que intimamente influenciam como nós reagimos a cada ambiente, situação e tratamento. Cada um responde de maneira diferente a doenças ou a um tratamento e vacinas. Embora médicos informam que alguns são mais suscetíveis a efeitos colaterais de vacinas e drogas médicas, elas não tem como prever quem vai ser lesado. Por isso vacinação não é tolerada igualmente por todo indivíduo da sociedade. Por que não temos o direito de escolher ser saudável de maneiras que oferecem muito menos riscos?

Em 1986 o governo passou uma regulamentação:  ‘National Childhood Vacine Injury Act’ para proteger fabricantes de vacinas e médicos de processos judiciais de lesões decorrentes de vacinas infantis. Desde então, 4 bilhões de dólares foram pagos a famílias vitimizadas. Mas de cada 3 processos, 2 são causa perdida e o governo não mede esforços para abafar o número imenso de queixas de lesões que existem.

Em 2011 a Corte Suprema Americana declarou efetivamente que as vacinas federalmente licenciadas são ‘unavoidably unsafe’ – inevitavelmente inseguras e removeu todas as responsabilidade que ainda restavam dos fabricantes que vendem as vacinas. A estratégia de marketing que eles usam para proteger o império global de 60 bilhões de dólares é convencer os legisladores de todos os países para aprovar leis forçando todo mundo a aceitar a ‘isenção de responsabilidade’ sobre vacinas que eles vendem.

Vacinas que forçam o corpo a criar processos inflamatórios altíssimos sob influência de virus alterados em laboratórios, bactérias, alumínio, mercúrio,formol, fenol, borato de sódio, polissorbato 80, triton x100, sorbitol, hidrocortisona, fermentos, proteínas de ovos e leite, partículas de vírus, msg, gelatina, virus de suínos e dna de humanos, insetos e animais e outros componentes.

Quanto tempo temos até um futuro onde sem vacinação a pessoa não terá acesso a educação, emprego, assistência médica, seguro saúde, visto de viagem, carteira de motorista, passagem de avião? É por isso que o debate sobre vacinação transcende vacinação. Esta é apenas a ponta de uma flecha que está iniciando uma guerra contra valores culturais e costumes de pessoas que decidem ser saudáveis ao seu próprio métodos tradicionais, seguindo conhecimentos e práticas comprovadamente eficientes.

Vacinas administradas no momento do nascimento de um infante influencia profundamente o seu sistema imunológico tão importantes para combater câncer, se ele aparecer. A vacina pode incluenciar o desenvolvimento do cérebro e mudar quem nós somos. Nada mais é do que um experimento científico sem grupo de controle praticado na humanidade. Esta cultura da vacina não tem intenção de promover saúde. É um jogo de poder e dinheiro.

Depois da II Guerra Mundial, quando médicos e cientistas foram condenados em Nuremberg por crimes contra humanidade ao executar procedimentos médicos experimentais em prisioneiros captivos, a comunidade médico cientista foi controntada sobre o que os líderes da profissão havia feito em nome do progresso científico, ao que eles justificaram como ‘o bem maior para a humanidade’. Os médicos sob julgamento apontaram para a lei Eugenica Americana que praticou a esterilização compulsória em milhares de pessoas e que em 1905 aprovou a vacinação obrigatória de varíola em nome de um ‘bem maior’. No final do dia, os médicos condenados protestavam que eles apenas estavam seguindo ordens do estado. Ali nesta corte em 1947 nasceu a Ética do Consentimento Voluntário chamado o Código de Nuremberg.

É o direito de cada um de nós participar ou não de experimentos científicos em nome do progresso médico científico. Lembre-se disso! A sua vida e as decisões pertinentes a ela cabem a você apenas. E quando o governo aprova vacinas e drogas que prejudicam e matam nossas crianças e adultos em nome do bem maior, isso é demoníaco.”

Porque o estado pode forçar indivíduos contra sua vontade a serem injetados com agentes biológicos de toxicidades conhecidas e desconhecidas atualmente, então não existem limites de quais as liberdades individuais que o estado pode tolher em nome do bem maior de amanhã.

Quem vai parar este massacre? Você vai. Nós vamos. As pessoas estão se erguendo e falando o que sabemos ser verdade: que nascemos todos livres e iguais. E que temos um direito natural de proteger a saúde e integridade do nosso próprio corpo e das nossas crianças. A chamada é contra a tirania da indústria médica para que nós possamos escolher como mantermos a nossa saúde. Nosso corpo, que é o templo da nossa mente e alma não é propriedade do estado.

Saúde a todos!

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