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Mudando nossa percepção sobre câncer – Robert Scott Bell & Flora Intestinal e Câncer – Parte 10 29/06/2018

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Robert Scott Bell autor do livro “O Poder de Cura é Seu” é um radialista que encapsula empatia, sabedoria e humor como ninguém.

Ele ressalta a importância do sistema imunológico como nossa melhor arma contra o câncer e este foi o tema da sua palestra de Outubro 2017 e na sequência você verá um resumo do que ele apresentou. Aqui vemos ele se preparando para subir no palco.

A flora intestinal é a semente do sistema imunológico e ele é tudo! Eu sofri os primeiros vinte anos da minha vida com um sistema digestivo muito danificado. Eu tomei muito remédio durante todo este período e se eu consegui reverter isso, todo mundo pode! Agora que pratico homeopatia eu tenho estudado todos os métodos possíveis para fazer tudo mais eficiente para acelerar a recuperação. Quanto mais estratégias você puder utilizar para se curar, mais chances de cura e mais rápido isso vai acontecer.

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Mudando nossa percepção sobre câncer -Parte 9 – Barbara L Fischer e Tirania Médica x Consentimento Informado – 22/06/2018

Se você quer ver a Parte 8 clique aqui.

Barbara L Fisher é lider mundial de defesa do consumidor no campo de liberdade de escolhas médicas e vacinas. Ela é diretora do Centro Nacional de Informações sobre Vacinas www.nvic.org.  Ela fundou esta ong em 1982 com objetivo de manter as pessoas informadas sobre as últimas leis, direitos e deveres de médicos e pacientes. Seu trabalho é em direção a uma reforma para vacinação segura e consentimento informado de consumidores da área médica. Autora do livro Um tiro no Escuro ( A Shot in the Dark) e entre outros e seu trabalho foi documentado em um filme chamado “The Greater Good” – O Bem Maior.

É importante estarmos informados e conscientes do que está acontecendo nos bastidores do ramo médico pois nunca saberemos quando nós ou alguém muito próximo de nós pode se deparar com uma situação inusitada e complexa. Quão importante é o seu poder de escolha diante de situações que envolvem a nossa vida e nossa morte? Só saberemos se passarmos pela experiência. Nossa família enfrentou este dilema alguns anos atrás quando minha mãe idosa e debilitada há meses passou a recusar comida. No mundo animal isso é um sinal claro que o ser não está bem e quer morrer. No caso da minha mãe, ela pedia pra morrer. Acamada e sequelada há 20 anos vítima de um aneurisma cerebral que a deixou semi paralizada, ela já não suportava mais a existência dependente e as dores do corpo que a aprisionava. O sistema médico em vigor entretanto, negou-a o direito de morrer e a casa de repouso onde ela estava internada nos deu 2 escolhas: retirar ela de lá ou instalar a sonda alimentar. Trazer ela pra casa seria ótimo, mas meu pai também é idoso e cuidar de 2 idosos em casa, especialmente uma pessoa acamada com cuidados especiais estava fora de cogitação por mais que quiséssemos. Então lá foi ela pro hospital para instalar uma sonda alimentar para manter viva uma pessoa que já expirou na mente e na alma há anos. Deixar ela na casa de repouso sem a sonda é ilegal. Sobre este e outros assuntos que a ativista pelos direitos de escolha sobre nossa saúde e vida falou durante o congresso sobre câncer em Outubro de 2017 . É um assunto amargo, difícil de digerir e que milhões e milhões de pessoas estão vivenciando neste exato momento – .

Abaixo eu tento resumir a intensa palestra que ela apresentou. https://thetruthaboutcancerlive.com/2017-event-location-14350757

Barbara Loe Fisher

“Do momento em que nascemos somos intruídos a respeitar e obedecer os conselhos médicos cujo paletó branco simpoliza sabedoria, compaixão e esperança. Nós acreditamos que médicos sabem mais a nosso respeito do que nós sabemos a respeito de nós mesmos e assim fazemos o que eles nos dizem. Confiando cegamente, colocamos as vidas dos nossos infantes e as nossas próprias nas mãos destes profissionais. Tratamos médicos e cientistas como se fossem deuses e esquecemos que eles são pais, irmãos, conjuges e filhos. Eles são como nós. Com toda sua fragilidade e limitação de certos conhecimentos. Sucetíveis a erros e tentações que são parte de todo ser humano.

Dois mil anos atrás o filósofo romano Cícero declarou : “Em nada o homem se aproxima mais de Deus do que quando promete a cura e a vida dos doentes.

Depois da revolução industrial e científica dos séculos 17 e 18 os médicos e cientistas conquistaram um desafio gigante perante a religião organizada. O medo de Deus foi substituído pelo medo de micróbios. A crença que segue é que o médico e sua ciência nos salvaria. O filósito francês Voltaire observou a influência dos médicos no século 18 e disse: “Médicos são homens que prescrevem remédios dos quais eles sabem bem pouco para curar doenças das quais eles sabem menos ainda em seres humanos dos quais eles sabem nada.

Sempre depositamos nossa confiança na pessoa que sabe curar seja lá qual era seu método de acordo com a sua era e lugar:  poções, benzimentos, sangue sugas, facas, unções, chás, remédios químicos, eletricidade ou vacinas.

Com a revolução tecnológica do século 20 e 21 a influência e autoridade médica e cientista alcançou novas alturas e temos  a mídia e as cortes judiciais para nos lembrar todos os dias de tantas maneiras que a ciência rege. Nós ouvimos que médicos e cientistas são os únicos que tem a inteligência e conhecimento do que é verdade e pessoas ordinárias sem diploma médico não tem o direito de questionar isso. E esta postura está indo mais longe que deveria.

Doutores e o governo agora ditam as regras de como devemos viver nossas vidas. A ciência não só define o que é a Verdade como também lideres em ciência são as autoridades que definem o Bem. Isso está definindo comportamento moral e quais valores culturais nós deveríamos ter e que tipo de lei deveria ser aprovada para limitar a abilidade individual de fazer escolhas não científicas que ‘presume-se’ colocar em risco a segurança pública. Isso é muita pressão. Muitos médicos não querem ser colocados num pedestal e executar este tipo de autoridade sobre a vida de outros semelhantes. Isso interfere no relacionamento de mútuo respeito, confiança entre médico e paciente.

A elevação de médicos e cientistas como fonte de verdade e moralidade cujo julgamento jamais deveria ser questionado está mudando nossa cultura e as leis que nos governam. A codificação da prática médica em lei ameaça direitos humanos incluindo autonomia e privacidade e liberdade de pensamento, expressão, consciência e religião. A tirania médica está violando direitos civis ao legalizar discriminação contra indivíduos suscetíveis e vulneráveis. O modelo médico atual é o de tamanho único serve a todos e a política de vacinação atual falha em respeitar a diversidade biológica e a limitação do conhecimento científico sobre o efeito destas vacinas.  Tirania está ilegitimando direitos de pais e a corte facilmente retira crianças das famílias declaradas sob tutela do estado para serem submetidas a tratamentos médicos por doutores que são isentos pelos danos que eles podem causar por estarem protegidos pelo governo por imunidade soberana. Isso é muito sério!

Muitos adolescentes são arrastados a hospitais por seguranças, contra sua vontade e injetados com quimioterapia ou submetidos a outros procedimentos involuntariamente e sem poder ter contato com sua família. E em muitos casos, pacientes chegam a ligar para a polícia de dentro de consultórios médicos por se sentirem incurralados, indimidados e por estarem sendo forçados a se submeterem a vacinas ou procedimentos que eles não estão prontos a aceitar ou que simplesmente querem recusar por diversas razões. Isso aconteceu com uma Sra que foi trancada em uma sala de pronto socorro e informada que dali ela não sairia sem uma injeção anti-tétano para um corte na mão que acidentalmente aconteceu em sua própria cozinha. Além disso a vacina que ela havia tomado há alguns anos estava ainda válida. Uma enfermeira estava segurando ela a força enquanto outra tentava aplicar a injeção. Foi quando ela teve que chamar as autoridades e assim ela conseguiu sair de lá.

Durante este processo de soberania médica, médicos conscientes são demonizados por oferecerem outras opções mais holísticas como nutrição e terapias alternativas. Doutores que têm compaixão pelos seus pacientes são ameaçados com a perda da sua licença médica se eles se recusam a agir como agentes do estado ou corporações quando optam por tratar pacientes como indivíduos. Este médicos que respeitam os princípios do consentimento informado para com seus paciente estão sendo bloqueados por negociações de grandes negócios organizados pelo governo, indústria e associações médicas.

Enquanto a agenda médica e seus procedimentos padrões se tornam leis impondo o sistema criado como única opção para todos, as pessoas estão acordando e reagindo porque elas sentem que algo está errado. Por mais de um século cremos que as intenções dos médicos é nos ver bem. Nós acreditamos nos oficiais da saúde quando nos asseguraram que obturações de mercúrio, flúor na água, alimentos transgênicos e cheios de pesticidas não oferecem nenhum risco à nossa saúde. E também acreditamos que os remédios e vacinas são seguros. Porém para todo lado que se olha, crianças estão cronicamente doentes e pessoas estão morrendo cada vez mais jovens.

Crianças que nunca estão bem estão com performance baixa na escola. Muitas delas ocupando salas de educação especial e salas do pronto socorro em números que os médicos responsáveis pela saúde pública não conseguem explicar.

  • 1 criança em cada 6 nos Estados Unidos tem deficiência de aprendizado. Em 1976 era 1 em cada 30.
  • 1 criança em cada 9 tem asma. Em 1980 era 1 em cada 27.
  • 1 criança em cada 50 tem autismo. Em 1990 era 1 em cada 555.
  • 1 criança em cada 400 tem diabete. Em 2001 era 1 em cada 500.

E milhões têm alergias severas, epilepsia, problemas digestivos e muito mais.

Apesar da “Guerra ao Câncer” declarada em 1971 pelo governo Americano câncer mata mais de meio milhão de pessoas todos os anos nos Estados Unidos e está tomando a posição número 1 como causa de mortalidade infantil. A expectativa de vida nos E.U está caindo, enquanto idosos vivem seus últimos dias com Alzheimer, Parkinson e tantas outras doenças terríveis.

Qual é a resposta da organização médica diante deste boletim horrível?  Para pessoas que querem o direito de decidir sobre sua própria saúde? Qual é a reação dos governantes que deram autoridade imprecedente à organizações médicas para decidir o que nós fazemos com os nossos corpos? A resposta deles é reforçar a estratégia em vigor do grupo de profissionais mais influente e poderoso da América. E cabe aos cidadãos a única opção de seguir o regime mais inflexível estabelecido até hoje no ramo da saúde.

A mensagem para o público é:

  • não questione nem discuta a autoridade médica
  • não critique o modelo de “tamanho único serve a todos” na a saúde pública
  • não peça pelo seu direito de ser parceiro com seu médico nas decições sobre sua saúde.

Isso mostra como o modelo médico saiu da rota original de atendimento personalizado ao indivíduo por um médico para conglomerados corporativo que não tolera desobediência dos profissionais e dos pacientes. É uma situação absurda que mostra a abrangência de poder e ganância que a indústria médico-farmacêutica tomou em proporções inimagináveis para proteger os negócios lucrativos e suas parcerias e nos manter reféns deste sistema.

Tirania médica está viva na América e os Americanos estão sendo explorados de uma maneira que os autores da constituição jamais poderiam ter imaginado.

Eu aprendi da maneira mais difícil que o direito de tomar uma decisão de risco cabe à pessoa que está correndo o risco e não ao médico que recomenda o risco a ser tomado. (Barbara tem um filho que foi severamente sequelado por doses repetidas de vacinas). Quando você se informa e pensa racionalmente sobre o risco que você ou sua criança estão prestes a correr, siga sua consciência. Você é o dono desta decisão. E quando você é o dono, você pode defendê-la e lutar pelo seu direito de escolha.

‘Nunca faça nada contra sua consciência, mesmo que o estado assim exige.’ – Albert Einstein.

Não existe direito e liberdade mais pessoal do que o de pensar independentemente quando somos confrontados com a decição de arriscar nossa vida, ou a vida de nossas crianças. Se não temos liberdade de fazer escolhas, a vida que vivemos aqui na terra não é nossa. Quando temos que arriscar nosso corpo que é onde nossa mente e espírito residem, nós temos que ter o direito de escolha.

Cada um de nós carrega um código genético único, suscetíveis a influências epigenéticas e da flora bacteriana que intimamente influenciam como nós reagimos a cada ambiente, situação e tratamento. Cada um responde de maneira diferente a doenças ou a um tratamento e vacinas. Embora médicos informam que alguns são mais suscetíveis a efeitos colaterais de vacinas e drogas médicas, elas não tem como prever quem vai ser lesado. Por isso vacinação não é tolerada igualmente por todo indivíduo da sociedade. Por que não temos o direito de escolher ser saudável de maneiras que oferecem muito menos riscos?

Em 1986 o governo passou uma regulamentação:  ‘National Childhood Vacine Injury Act’ para proteger fabricantes de vacinas e médicos de processos judiciais de lesões decorrentes de vacinas infantis. Desde então, 4 bilhões de dólares foram pagos a famílias vitimizadas. Mas de cada 3 processos, 2 são causa perdida e o governo não mede esforços para abafar o número imenso de queixas de lesões que existem.

Em 2011 a Corte Suprema Americana declarou efetivamente que as vacinas federalmente licenciadas são ‘unavoidably unsafe’ – inevitavelmente inseguras e removeu todas as responsabilidade que ainda restavam dos fabricantes que vendem as vacinas. A estratégia de marketing que eles usam para proteger o império global de 60 bilhões de dólares é convencer os legisladores de todos os países para aprovar leis forçando todo mundo a aceitar a ‘isenção de responsabilidade’ sobre vacinas que eles vendem.

Vacinas que forçam o corpo a criar processos inflamatórios altíssimos sob influência de virus alterados em laboratórios, bactérias, alumínio, mercúrio,formol, fenol, borato de sódio, polissorbato 80, triton x100, sorbitol, hidrocortisona, fermentos, proteínas de ovos e leite, partículas de vírus, msg, gelatina, virus de suínos e dna de humanos, insetos e animais e outros componentes.

Quanto tempo temos até um futuro onde sem vacinação a pessoa não terá acesso a educação, emprego, assistência médica, seguro saúde, visto de viagem, carteira de motorista, passagem de avião? É por isso que o debate sobre vacinação transcende vacinação. Esta é apenas a ponta de uma flecha que está iniciando uma guerra contra valores culturais e costumes de pessoas que decidem ser saudáveis ao seu próprio métodos tradicionais, seguindo conhecimentos e práticas comprovadamente eficientes.

Vacinas administradas no momento do nascimento de um infante influencia profundamente o seu sistema imunológico tão importantes para combater câncer, se ele aparecer. A vacina pode incluenciar o desenvolvimento do cérebro e mudar quem nós somos. Nada mais é do que um experimento científico sem grupo de controle praticado na humanidade. Esta cultura da vacina não tem intenção de promover saúde. É um jogo de poder e dinheiro.

Depois da II Guerra Mundial, quando médicos e cientistas foram condenados em Nuremberg por crimes contra humanidade ao executar procedimentos médicos experimentais em prisioneiros captivos, a comunidade médico cientista foi controntada sobre o que os líderes da profissão havia feito em nome do progresso científico, ao que eles justificaram como ‘o bem maior para a humanidade’. Os médicos sob julgamento apontaram para a lei Eugenica Americana que praticou a esterilização compulsória em milhares de pessoas e que em 1905 aprovou a vacinação obrigatória de varíola em nome de um ‘bem maior’. No final do dia, os médicos condenados protestavam que eles apenas estavam seguindo ordens do estado. Ali nesta corte em 1947 nasceu a Ética do Consentimento Voluntário chamado o Código de Nuremberg.

É o direito de cada um de nós participar ou não de experimentos científicos em nome do progresso médico científico. Lembre-se disso! A sua vida e as decisões pertinentes a ela cabem a você apenas. E quando o governo aprova vacinas e drogas que prejudicam e matam nossas crianças e adultos em nome do bem maior, isso é demoníaco.”

Porque o estado pode forçar indivíduos contra sua vontade a serem injetados com agentes biológicos de toxicidades conhecidas e desconhecidas atualmente, então não existem limites de quais as liberdades individuais que o estado pode tolher em nome do bem maior de amanhã.

Quem vai parar este massacre? Você vai. Nós vamos. As pessoas estão se erguendo e falando o que sabemos ser verdade: que nascemos todos livres e iguais. E que temos um direito natural de proteger a saúde e integridade do nosso próprio corpo e das nossas crianças. A chamada é contra a tirania da indústria médica para que nós possamos escolher como mantermos a nossa saúde. Nosso corpo, que é o templo da nossa mente e alma não é propriedade do estado.

Saúde a todos!

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Mudando nossa percepção sobre o câncer – Dr. Edward Group e Jejum – Parte 8 15/06/2018

Se você ainda não viu a Parte 7, clique aqui.

Todas as religiões do mundo incentivam a prática do jejum. O jejum é pregado com objetivo de elevação espiritual e acredito fortemente que também, como uma prática de saúde. Temos que pensar que a tecnologia médica que temos a nosso dispor atualmente é algo muito recente. Antigamente as pessoas tinham que fazer todo o possível para não adoecer e talvez, empiricamente ou não, sabia-se que jejum é rejuvenecedor. Com a evolução da humanidade até menos de um século atrás clínicas internavam pessoas para jejuar, principalmente em lugares com águas termais, sulfurosas e em fontes naturais. Água e jejum fizeram parte do protocolo de saúde da humanidade por muitos séculos. Na Russia e na Alemanha, particularmente, estas casas de repouso era muito populares. Eram chamados sanatórios, lugar para se sanar. Porém, logo após a implantação do sistema de saúde que cresceu e se tornou o que conhecemos como medicina hoje, estas clínicas foram aos poucos desaparecendo e sanatório foi ridicularizado e o nome passou a ser usado como clínica de loucos.

Nosso corpo tem a tendência natural para se curar e quando jejuamos (água apenas) nosso corpo tem energia e tempo para trabalhar no processo regenerativo e corretivo que ele tem programado em seu dna. Muito deste trabalho é atrapalhado pela digestão especialmente quando a pessoa está doente.

Qual é a terapia médica conhecida hoje que em 72horas consegue regenerar o sistema imunológico completamente criando novos glóbulos brancos? Nenhuma! Jejuar 72 horas lhe dá este resultado gratuitamente. Como consequência disso, jejum tem um profundo impacto em doenças como o cancer que é o tema desta série. Outras condições podem ser revertidas com a prática do jejum como diabetes, doença cardíaca, alergias, asma, Alzheimer e derrames.

Sabemos que as células cancerosas são vorazes e precisam de muito combustível para continuar o projeto canceroso que elas tem programado. Uma das melhores maneiras de atrapalhar este plano destrutivo é matar elas de fome e jejum faz isso muito bem. O câncer morre de fome muito antes da pessoa devido à alta necessidade de glicose. Mas muita cautela precisa ser tomada porque quando elas morrem, uma carga tóxica fica dentro do nosso corpo que precisa ser eliminada sabiamente e este período de crise de cura pode ser bastante inconveniente.

O jejum é usado por vários terapeutas naturais como primeiro passo no tratamento de cura de câncer. Mas se jejum é tão poderoso e não se ouve falar nisso?

Eu comecei a me interessar por jejum por volta do início de 2016. Comecei a tropeçar em artigos, testemunhos, documentários, livros e um dia enquanto eu assistia o seriado “Planet Earth”, o episódio sobre os lobos eu tive uma epifania. Os lobos, em certas ocasiões podem levar até 10 dias para abater uma presa. Dez dias sem comer??? Sim! um animal de aproximadamente 60kg, num inverno hostil, com necessidade calórica alta, porque eles estão sempre se movendo,  e eles não morrem. hhhmmmm.. Então meu medo do jejum de 12 horas pra tirar sangue para o exame médico é totalmente furado, não é?  E o pinguim que passa 4 meses sem comer!!!! 4 meses!! E o bichinho não morre!

Você pode até dizer que estes animais são geneticamente diferentes de nós, que eles foram feitos para isso. Mas lembre-se que o projeto genoma já provou que temos muito pouca diferença no nosso código de dna de uma mosca de fruta. Somos todos organismos vivos que precisam se alimentar para continuarmos vivendo.  Se olharmos 300 anos pra trás, lugares hostis, áridos ou muito frio, com sérias limitações tecnológicas… será que as pessoas comiam todo dia? E 1000 anos atrás? 5000 anos atrás? É bem provável que as pessoas não comiam todos os dias. Comida não era assim tão fácil de obter. Não havia o mercadinho da esquina pra comprar um pãozinho e fazer um sanduichinho quando bate uma fominha. Até pouco tempo vi uma entrevista de uma mãe na Africa que estava tentando enviar a filha para uma escola e ela partia e carregava pedras como trabalho. Ela e a filha comiam um mingauzinho de alguma farinha todo dia e uma refeição quente por semana. Apesar da mulher irradiar saúde, vitalidade e otimismo eu fiquei aterrorizada com isso. Eu sei que isso acontece mas naquela entrevista a repórter conseguiu conectar o expectador intimamente com a entrevistada e eu fui pra cama pensando nisso. Comer uma refeição quente uma vez por semana. Como que ela sobrevive? Sobrevive!

Se formos olhar para a história da comida e dar um passo pra trás para olhar de uma distância, podemos claramente ver que nunca se comeu tanto quanto atualmente. Comida está por toda parte, em cada esquina, pronta, fácil, barata. Come-se todos os dias, várias vezes por dia. Será que nosso organismo se beneficia com este ritmo alimentar?

Eu quero propor esta análise porque quase todo mundo concorda que a natureza é sábia. A natureza é perfeita. Sem a intervenção humana todas as espécies de animais, de plantas, insetos, rios, o clima, oceanos, tudo tem um ritmo perfeito. Tudo tem a hora certa de acontecer, todos sabem o que fazer instintivamente. Sabemos que comer é um instinto de sobrevivência, sem comida morremos, é óbvio! Mas quanto é suficiente e saudável?

Há décadas e décadas fomos convencidos que temos que comer pelo menos 3 refeições ao dia todos os dias da nossa vida.  Até 2015 nunca havia passado 1 dia da minha vida sem comer. Você já passou? O máximo que fiz foi jejum de 12 ou 15 horas para fazer algum exame médico e assim já dava um pânico. O que eu vou fazer se ficar com muitaa fome?? Ai que desespero? Vai me dar o trimilique o chimilique! Vou desmaiar!

E se acontecesse uma situação na qual estivéssemos trancados em um lugar por vários dias sem acesso à comida? um barco à deriva, um pouso de emergência em um lugar remoto. Morreríamos se o socorro levasse 2 dias para chegar? 3 dias? 7 dias? Se tiver água pra beber, não. Não morremos assim tão rápido se não estivermos feridos gravemente.

Onde que eu quero chegar?  Com certeza nosso hábito alimentar mudou incrivelmente nos últimos séculos e eu estou convencida através dos resultados da minha própria experiência que comemos demais o tempo todo. Nosso sistema digestivo está sempre digerindo, nunca tem uma folga, nunca se esvazia.  Assisti a palestra do Dr. Group em Outubro de 2017. Group TTAC

A área de atuação profissional dele é voltada para terapias naturais tais como  nutrição, quiropracia, desintoxicação e ele falou do Dr Arnold Ehret que viveu de 1860 a 1930 (aprox). Dr Arnold participou de um experimento onde ele foi trancado em uma cela de vidro por dois médicos e testemunhas e ficou em observação por 49 dias e noites sem comer, apenas bebendo água.  Ele se prontificou a isso porque ninguém acreditava que se podia fazer isso. Ele afirmou: “Humanos são os animais mais doentes no planeta. Nem um outro animal violou as leis alimentares como os humanos. Nem um outro animal come tão erroneamente como humanos.” Em 1922 ele escreveu o livro “A Dieta Para Viver Sem Muco” e afirmou: “Humanos estão morrendo da energia perdida que é necessária para digerir dez vezes mais comida que o corpo precisa.”

Eu comecei a ficar curiosa de como seria a sensação do vazio de verdade. Esgotar tudo o que tem estocado no organismo, ou pelo menos quase tudo! Comecei a pesquisar, ler e todo lugar falava coisas fantásticas sobre o jejum. Os benefícios, a revitalização, a disposição que a pessoa adquire, a rapidez de pensamento, a claridade de raciocínio, a reversão de doenças. Mas eu pensei que a gente precisa comer bem pra sentir tudo isso. Daí também lembrei que cada vez que a gente come uma refeição bem feita, a gente sente sono. O oposto de vitalidade e disposição. Raciocinar claramente após uma churrascada com maionese e farofa não é necessariamente uma consequência que se pode esperar.

Durante o evento de curas para o câncer,  Dr Eduardo Group citou o testemunho do Dr Dimitri Karalis (www.drkaralis.com): “Tive a experiência mais sensacional numa noite. Eu acordei por volta a meia noite no meu 17o. dia de jejum com um desejo muito forte de correr. Tentei ignorar e voltar a dormir. Ainda assim a ânsia de correr estava tomando conta de mim e por volta da 1hr da manhã eu fui correr. Depois de quatro horas correndo eu perdi a gravidade e senti-me como se não tivesse peso ou fatiga alguma. A natureza se mostrava exuberante para meus sentidos e eu tinha vontade de conectar-me com todo mundo que passasse por mim. Eu me senti excepcionalmente feliz e meu único desejo era expressar e  transmitir este sentimento que estava sentindo pelas pessoas. Eu descobri que amor e felicidade são produtos de saúde perfeita e funcionamento harmonioso do corpo, mente e alma.

Dezessete dias??? Eu resolvi começar a brincar com as horas. Jantar as 20hrs, que tal se eu não tomar café da manhã? Almoçar bem cedo, tipo 11hr? Isso me daria 15hrs sem comer. Foi muito fácil e passei a fazer isso 3 x por semana. E se 1 x por semana eu também pular o almoço? E se 1 x por semana eu não comer nada durante um dia inteiro e for pra cama com fome? E se eu conseguir fazer isso 3 x por semana? E eu fui me sentindo cada vez mais revitalizada. Nos dias em que eu comia, eu comia moderadamente, alimentos bem simples na sua forma mais natural possível. por exemplo: omelete  e espinafre refogado, sopa de caldo de ossos com abobrinha batidos, batata doce assada com manteiga e sal. Nada processado, nada com embalagem de papel ou plástico.  A diferença? Vamos dar uma olhada na minha cara?

Repara só como o rosto desinchou. A região dos olhos, o nariz afinou, tudo ficou mais enxuto. Sim, eu emagreci uns kgs, mas o peso não estava no rosto, o rosto estava inchado. Quando jejuo noto logo que os olhos ficam maiores, mais brilhantes. É claro que não é fácil no começo. As primeiras vezes eu tive dor de cabeça que é parte do processo de desintoxiçação.

Detox: isso sim é detox! Jejuar incia o processo mais poderoso de desintoxicação que podemos fazer e é grátis! Nosso fígado e pâncreas acumulam toxinas durante nossa vida toda porque eles não conseguem parar para se limpar. Aliás a função deles é filtrar, limpar, defender o corpo mas estão sempre ocupados digerindo o excesso de comida que enfiamos pra dentro. No dia que você pára de comer, um processo totalmente novo começa no seu corpo. Os órgão começam a despejar o lixo pra fora. Para onde vai este lixo? primeiro pra corrente sanguínea e por isso é tão comum a crise de cura: dor de cabeça, náusea, cançaso. Neste momento, a única coisa a fazer é esperar passar e claro, continuar tomando água para lavar as toxinas do seu organismo. Descanso e caminhadas breves ao ar livre ajudam o processo de eliminação.  Os 3 primeiros dias de um jejum mais prolongado são os mais difíceis, depois disso, passa a fome, passa a dor e você começa a se sentir melhor, é o que a grande maioria das pessoas reportam.

Por um período de 2016 eu fiz 1 mês de jejum intercalado de um dia sim outro não. Eu senti baixa energia, frio, sono durante a primeira semana. Mas depois o metabolismos se acomodou ao novo ritmo e conforme fui praticando extendi para jejuns de  40 horas, 72 horas. A fome se torna uma sensação de alerta mais do que de apetite. Os sentidos ficam aguçados e o pensamento fica claro e comecei a sentir uma paz, uma calma interior que satisfez muito.

Eliminar ou diminuir bastante os carboidratos e fructose antes de planejar e fazer um jejum ajuda muito a equilibrar a insulina e assim a sensação de fome é menos intensa quando se começa a jejuar. A pessoa tem mais chance de sucesso.

Regeneração: após o processo de limpeza (3 dias) o corpo  já consumiu toda a glicose e passou a consumir gordura como combustível. O que acontece a partir de agora é um dos milagres mais maravilhosos que a ciência tenta esconder: Praticar o jejum prolongado ( 5 a 20 dias) é o equivalente a um tratamento de células tronco de U$120mil, só que.. grátis!  Quando paramos de comer completamente, o sistema digestivo pára de trabalhar e 100% da sua energia pode focar em curar-se. O corpo se alimenta de si mesmo e acredite-me, temos combustível para semanas e semanas. Através deste processo o organismo  se livra de células envelhecidas, toxinas que ainda restam, pequenos tumores que nem sabíamos que existiam, parasitas, vírus, fungos, ets, todos se tornam o foco do sistema de limpeza, depuração e o próximo passo é a formação de novas células. O corpo começa a reciclar tudo o que está precisando ser trocado. Ele começa a fazer olhos novos, músculo cardíaco novo, pulmão novo, etc.

Animais doentes não comem, você já observou? Eu percebi logo quando meu cachorro adoeceu. Ele não comeu. O instinto os orienta a jejuar. Aliás, humanos são os únicos animais que alimentam quando estão doentes. Então por que os médicos não sugerem jejuns? Simples! Eles não estudam isso porque não dá dinheiro. Fomos ensinados a comer sempre. A maioria das pessoas tem medo de jejuns, de ficar sem comer. Elas ficam ansiosas que algo de ruim vai acontecer com elas se elas não comerem um dia inteiro. Existem estes mitos sobre jejum e os mais comuns são:

  • Morrer de fome.  Jejuar é benéfico. Passar fome é prejudicial. Somente quando o corpo tem menos de 5% de gordura é que a proteína começa a ser consumida pelo corpo. Então fica tranquilo, a maioria das pessoas tem gordura para queimar por mais de 20 dias antes de chegar na proteína.
  • Perda de massa muscular. Jejum aumenta a secreção de hormônios de crescimento humano que mantém massa corporal magra.
  • Queda da glicose. A glicose é consumida nas primeiras 24 a 36 horas e daí o corpo começa a usar cetonas como combustível e o corpo está seguro.

Digestão é a função que mais consome energia do nosso sistema. A maior parte da comida que ingerimos é  transformada em energia para digerir o que comemos, pense nisso! Quando se faz jejum é comum a pessoa sentir-se energizada depois do 3 ou 4 dias. Os primeiros dias são difíceis porque a troca de combustível, de glicose para cetonas é dolorosa para quem não a conhece. Com um pouco de prática, a pessoa aprende a reconhecer os sintomas e até os recebe receptivamente .

Tenha em mente que um jejum voluntário feito com água e motivação é uma situação diferente do que o estresse que sofrem as pessoas que passam fome. O estado mental deles é de desespero, medo e angústia. O estado emocional de pessoa jejuando deve ser de uma intenção calma e consciente. A intenção é direcionar a energia que temos para cura e elevação e o resultado é extremamente gratificante.  Durante a palestra da qual participei eu comecei a conversar com uma senhora que se sentou ao meu lado e ela me contou que junto com o marido já havia feito um jejum de 40 dias e quando voltasse para casa após o evento ela ia fazer outro de 18 dias. Ela disse que chega um ponto em que você realmente deseja aquela sensação de leveza e clareza que resultam do descanso do aparelho digestivo. Ela decidiu fazer jejuns depois da terceira ocorrência de câncer de mama. Ela havia se cansado do estresse das visitas médicas constantes, das sessões de quimio, das internações hospitalares e nada tinha resolvido seu problema. Desta vez, ela não havia mais voltado ao médico tradicional e estava seguindo apenas protocolos naturais dos quais jejum era o foco central. Ela disse que todos os sintomas do câncer haviam desaparecidos, que se sentia bem e que em 30 dias iria fazer um check-up para ver como estava a sua recuperação. Aliás, ela optou por fazer o acompanhamento apenas a cada 3 meses porque ela disse que se sentia magnífica e na maioria dos dias ela esquece que tem câncer, algo que os médicos tradicionais fazem questão que você não esqueça. Segundo ela, a maior mudança foi a abordagem mental. Onde ela primeiro havia desmontado e desistido de lutar abriu-se um espaço para viver todo dia como se fosse o melhor dia da sua vida e isso abriu as portas para mudança total no estilo de vida do casal que se aproximou da natureza para buscar o caminho de volta à harmonia. Pessoas como ela compuseram a maior parte da audiência de milhares de pessoas que atenderam este evento incrível que durou 4 dias em Outubro de 2017. As pessoas estão tomando as rédias da responsabilidade pela sua própria saúde. Que grupo fantástico de pessoas!

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The crowd

 

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Mudando nossa percepção do câncer – Stuart Nunnally e Odontologia Biológica – Parte 7 08/06/2018

Clique aqui para acessar a Parte 6.

Como você já deve estar sabendo, em Outubro de 2017 eu participei de um evento internacional sobre curas alternativas para câncer. Eu estou estudando este assunto desde 2013, 2014.. Quanto mais a gente explora, mais a gente acha. A palestra do Dr Nunnally foi uma das melhores surpresas. Eu nunca imaginava o quanto as práticas odontológicas em vigor impactam a nossa saúde e qual parcela que ela contribui para pessoas suscetíveis ao câncer.

Gabriel na dentista

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