Amigos do cérebro 19/07/2016

Manter o cérebro saudável requer cuidado diário. Sabemos que manter-se em contante aprendizado e estimulado por novos desafios, além de exercício físico e bom sono, são essenciais. O stress constante, poluição ambiental, fumo, consumo excessivo de álcool, carboidratos simples e açúcar (alimentos processados) são, definitivamente, inimigos do cérebro.

Além disso temos que fornecer os tijolos corretos para a construção da parte física que compõe este órgão maravilhoso. No artigo sobre Alzheimer aprendemos que uma dieta constituída de proteína, gorduras de qualidade, vegetais ( principalmente os verde-escuros) e frutas frescas permitem o equilíbrio insulínico do qual o cérebro depende para envelhecer com saúde e sanidade. A vida nas cidades dificulta a busca dos melhores ingredientes. Além disso, a política de distribuição de alimentos e a incrível manipulação da indústria médico-farmacêutica, que controla desde o que é produzido nas fazendas comerciais, até o que é oferecido nas prateleiras dos supermercados, torna o simples trabalho do ser humano de comer bem,  um desafio esgotante que desanima muitas pessoas.

Por esta razão, suplementos de qualidade superior passam a ser parte importante da dieta de quem quer prevenir ou acaba de ser diagnosticado com Alzheimer ou outras doenças degenerativas do sistema nervoso. Se o paciente deseja ter alguma chance em controlar ou reverter o problema, sim! Isso é possível. Seguindo Amy Berger, autora do livro “The Alzheimer’s Antidote” – o Antídoto de Alzheimer, os melhores amigos do cérebro são:

  • Picolinato de crômio – este mineral é necessário para o funcionamento dos receptores de insulina e auxilia o equilíbrio da glicose e a sensibilidade da insulina.
  • Zinco – colaborador da EDI (enzima degradante da insulina) que é responsável pela limpeza das placas de  beta-amyloide, fator essencial no aparecimento de Alzheimer.
  • Óleo de peixe ou outro suplemento a base de omega 3 de alta qualidade. – ajusta o equilíbrio do ômega 6 contra o ômega 3, que é geralmente desproporcional na dieta moderna e reduz inflamação.
  • Triglicerídeos de cadeia média – gorduras saturadas, mais encontradas em óleo de côco ou óleo de palma. Esta é a gordura que mais facilmente é metabolizada em cetonas, o combustível mais desejado pelo cérebro.
  • L-Carnitina – este amino ácido é necessário para que as enzimas encarregadas de digerir gorduras possam executar sua função. Quem transitar para uma dieta baixa em carboidratos se beneficiará deste suplemento que auxilia na absorção das gorduras como combustível.
  • Coenzima Q10 – poderoso antioxidante necessário no processo bioquímico que gera energia a nível celular. Reduz radicais livres. Como a grande dificuldade do cérebro atacado por Alzheimer é receber combustível para energia, a Q10 torna-se um aliado útil.
  • Atividade física – Ajuda a manter a sensibilidade insulínica. Treino de resistência e levantamento de peso aumenta massa muscular que consome a glicose extra no sangue. Qualquer esforço é válido.
  • Redução de stress – Cortisol, o hormônio do stress libera glicose no sangue. Níveis de cortisol constantemente altos podem aumentar a glicose no sangue mesmo com uma dieta baixa em carboidratos. Mais sono de qualidade ajuda a reduzir o stress.

 

Você tem um cérebro lindo! pense nele, cuide dele com carinho.

Scanning of a human brain by X-rays

 

 

 


Meu nome é Cristine e este blog é para você. Ele também representa um novo começo para mim.

Sou apaixonada por saúde, moro na Florida, USA e administro nossa empresa de exportação.
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