A Epidemia Silenciosa 02/12/2014

Prepare-se para mudar de idéia sobre o que você sabe sobre diabetes. O artigo abaixo traduzido da revista Well Being Journal, edição Jan/Fev 2013, escrito por  C.J. Puotinen dispensa introdução. Apenas destacarei duas informações que mais me chocaram:

“…provável que você tenha diabetes ou pré-diabetes sem nem saber.”

“a força de trabalho daqui a 50 anos vai ficar gorda,cega e ter uma perna só, uma diminuição de trabalhadores fisicamente capazes em todos os níveis”.

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A EPIDEMIA SILENCIOSA

Imagine uma arma desenvolvida para incapacitar um terço ou mais da população dos Estados Unidos, não de uma noite para outra, mas lenta e insidiosamente. Configurá-la para atacar desde crianças até adultos, assegurando que arruíne a mente e o corpo também. Melhor de tudo, destrói vidas sem que ninguém perceba.

Essa arma de destruição em massa não é ficção cientifica. Ela já existe, e não vem de terrorista ou potências estrangeiras. É um desastre doméstico crescente, uma perfeita tempestade de circunstâncias que irá drenar nossa economia, diminuir a força de trabalho e vai nos sepultar precocemente.

Seu nome é diabete. De acordo com o Relatório Nacional de Diabetes nos Estados Unidos, atualizado em Janeiro de 2011, 25,8 milhões de crianças e adultos nos USA (8,3% dos americanos) atualmente têm diabetes se estima que 79 milhões têm predisposição. Em outras palavras, 1 em 3 americanos tem elevado teor de açúcar no sangue e a saúde corre riscos.

Pré-diabetes não soa alarmante, muitos médicos descrevem que um teor pouco alto de açúcar no sangue não é tão preocupante – mas o fato é que pré-diabetes causa várias doenças cardíacas, deficiência visual, cicatrização lenta, doenças renais e infecções crônicas. Diabetes avançada pode levar à perda de dedos, pés, amputações de pernas e até mesmo Mal de Alzheimer.

Em 2010, um estudo publicado no Population Healths Metrics, pesquisadores concluem, “A previsão é que nos próximos 40 anos, a incidência do diabetes total (diagnosticados e não diagnosticados) nos USA será de 1 em 10 adultos para 1 em 5 a 1 em 3 adultos em 2050. Os custos com os cuidados  da saúde de uma pessoa com diabetes é aproximadamente 2/3 maior que uma pessoa saudável. Embora uma projeção formal de custos está além do escopo desta análise, eles aumentarão dramaticamente nas próximas décadas.

Diabetes é chamada “A Epidemia Silenciosa” por uma boa razão. Os sintomas progridem lentamente, muitos pacientes não tem idéia que possuem elevado nível de açúcar no sangue, e seu estilo de vida e alimentação contribuem ainda mais para isso. Mesmo que façam exames anuais,

os médicos muitas vezes, conhecem tão pouco e são tão despreparados sobre detecção de diabetes,

que pacientes que recebem exames errados, e mesmo com exames certos,

são aconselhados de maneira que só agrava o problema,

ou então nada é falado a respeito.

Poucos médicos tem interesse em diabetes, e por conta do funcionamento do sistema de saúde, quem faz é penalizado por fornecer o tipo de atendimento mais eficaz, que combina educação e monitoramento. Em vez disso…

os médicos são recompensados por deixarem as complicações do diabetes progredir..

até os pacientes poderem ser tratados com diálises para insuficiência renal, cirurgias para problemas cardíacos, amputações de membros gangrenados. Prevenção? Ninguém tem tempo para informar sobre o poder que eles têm de controlar, melhorar e até melhor reverter os sintomas.

Em janeiro de 2006, o New York Times publicou  em primeira página durante uma semana, informações a respeito dos problemas do diabetes. Uma das reportagens, de N.R. Kleinfield, descreveu como diabetes nos afeta direta ou indiretamente. Por exemplo, ninguém com diabetes pode servir o exército ou tornar-se piloto comercial. A Associação Americana de Diabetes recebe centenas de telefonemas por dia de pessoas reclamando que são discriminadas em seus ambientes de trabalho.

Kleinfield entrevistou Daniel Lorber, M.D. e endocrinologista no Queens, New York, que previu que por causa da diabetes “a força de trabalho daqui a 50 anos vai ficar gorda, ter uma perna só e cega, uma diminuição de trabalhadores fisicamente capazes em todos os níveis”.

Quanto mais mulheres contraírem diabetes em sua idade reprodutiva, mais crianças nascerão com problemas congênitos. Essas crianças serão criadas por pais cada vez mais afetados por diabetes.

“Num tempo em que estamos tentando mudar os cuidados de saúde nos hospitais, com diabetes não temos escolha”, ele diz. “Lares de idosos estarão cheios de amputados em reabilitação. Clinicas de diálise se multiplicarão. Teremos muitas pessoas com dificuldade visual. Essas pessoas não serão funcionais sem ajuda significativa”.

Os Tipos

Enquanto diabetes envolve elevado índice de açúcar no sangue e insulina ( o hormônio que regula o metabolismo do açúcar), existe mais de uma forma da doença.

No diabetes tipo 1, o corpo não produz insulina. Tipo 1 é normalmente chamado de diabetes juvenil, pois afeta principalmente crianças e jovens adultos, e são conhecidos como dependentes de insulina, pois precisam dela para regular o metabolismo do açúcar no sangue. Tratamento com insulina, dieta e exercícios, iniciam cedo, tão logo diagnosticado.

Diabetes tipo 1,5 descoberto em 1970, é também chamado de diabetes latente da maioridade (LADA, no inglês). Acomete 10% dos pacientes com diabetes e é diagnosticado pela presença de anticorpos no sangue, nos primeiros 6 meses após o diagnóstico não requer tratamento. Pacientes LADA são normalmente diagnosticados como diabetes tipo 2.

Tipo 2, formalmente conhecido como diabetes de adultos (não dependentes de insulina), é de longe a mais comum dessa doença. Ou o corpo não produz insulina suficiente para converter o açúcar do sangue em energia ou as células do corpo não conseguem absorver e utilizar a insulina existente, condição conhecida como resistência à insulina. A estimativa é de que 90 a 95 % dos pacientes com diabetes pertencem ao tipo 2 ou LADA.

Em ambos os casos, diabetes tipo 2  pode ser controlada apenas com dietas e exercícios, e escolha de estilos de vida podem evitar a medicação.

A maioria dos pacientes tipo 2 tomam medicação para auxiliar a absorção da insulina ou incrementar a sua produção. Embora o tipo não seja dependente de insulina, casos avançados requerem muitas vezes a sua aplicação e medicação especifica.

Tipo 3, também conhecido como diabetes cerebral, foi descoberto em 2005 na Brown University Medical School. Placas de proteínas no cérebro resultantes de elevados índices de açúcar no sangue causam perda de memória, diminuição na concentração, e outros sintomas de mal de Alzheimer.  Muitos pesquisadores estão considerando o elevado índice de açúcar no sangue um dos fatores de demência.

Diabetes gestacional ocorre durante a gravidez em algumas mulheres que tem histórico de diabetes. Os índices de açúcar normalmente voltam ao normal após a gestação, mas essas mulheres e seus filhos possuem alto risco de desenvolver diabetes tipo 2.

E você, pode ser uma pessoa diabética?

Toda pergunta tem uma resposta longa e uma curta, e a resposta curta é: Sim. Você pode ter diabetes. Você pode até já ter sido diagnosticado, mas é mais

provável que você tenha diabetes ou pré-diabetes sem nem saber.

É um erro pensar que pré-diabetesnão causa nenhum problema (aquela margem de açúcar um pouco acima do normal mas não suficiente para ser diagnosticada como diabetes) condição que pode durar a vida toda.  Elevado nível de açúcar no sangue afeta células de todo o corpo, e neste intervalo de tempo em que são diagnosticadas (e promovidas a diabéticas), a maioria das pessoas apresentarão complicações, incluindo danos no sistema nervoso, problemas visuais, doenças cardíacas e deficiência renal.

Os sintomas de um diabetes típico,  inclui fome contínua e muita sede, aumento na produção de urina, exaustão, perda de peso, pele seca, perda de sensibilidade nas mãos e pés, visão borrada e contrações musculares involuntárias.

Sintomas associados ao diabetes:

Aumento da circunferência corporal. Os chamados “pneuzinhos”, ou “boia salva-vidas” , os endocrinologistas chamam de “cintos de insulina” porque está diretamente associado ao nível de açúcar no sangue. Obesidade sempre foi considerada um fator de risco para o diabetes. Agora pesquisadores relacionam a medida da circunferência corporal ao diabetes, especialmente em mulheres. A medida considerada como fator de risco é acima de 90 cm em mulheres e acima de 100 cm para homens.

Problemas visuais. Visão borrada, visão dupla, glaucoma, catarata, e problemas de foco são comuns em quem tem diabetes ou pré-diabetes. Diabetes é a causa mais comuns em cegueira em pessoas com menos de 65 anos de idade.

Neuropatia diabética. Danos no sistema nervoso usualmente estão associados com os pés, mas podem afetar as pernas, os braços, mãos e outras partes do corpo. Os sintomas nos pés incluem entorpecimento, formigamento, sensação de queima, dores fortes ao caminhar, insensibilidade a ferimentos e mudanças de temperatura, perda de massa muscular, feridas que não cicatrizam e deformidades nos pés. Pelo menos 75% dos pacientes com diabetes apresentam neuropatias. Mais da metade desses pacientes sofre amputação nos USA. Neuropatias no corpo causam alterações no sistema digestivo, tonturas, problemas de micção, disfunção sexual e perda de condicionamento físico.

Mudanças nas mãos. Síndrome da mão rígida do diabético ou da mobilidade articular limitada, dedos tencionados, tenossinovite e espessamento da pele nas mãos são sintomas relacionados ao diabates.

Problemas dentários. Elevada glicemia no sangue contribui para o aparecimento de vários problemas, desde boca seca, gengivites ou doenças periodontais, inflamação nas gengivas, na língua e feridas na boca.

Problemas digestivos. Quando a alta glicemia danifica o sistema nervoso autônomo, que controla os movimentos do alimento ao longo do sistema digestivo, esse movimento pode ser interrompido ou diminuído. Os sintomas dessa condição chamada gastroparesia, incluem azia, náusea, vômitos de alimento não digerido e sensação de rápida saciedade quando come, inchaço abdominal, níveis de glicose alterados, doença do refluxo gastro-esofágico (do inglês, GERD), espasmos estomacais e movimentos intestinais aumentados.

Edema. Retenção de fluidos, que são comuns em pacientes diabéticos, podem causar inchaços nos pés, tornozelos e dedos. Edema é um sintoma muito sério de problemas cardiovasculares (e também comum em diabéticos) tais como insuficiência cardíaca.

Mudanças na pele. Sinais na pele (verrugas), lesões pigmentadas nas pálpebras, torso e palma das mãos, psoríase, e manchas que mudam de cor, escurecidas ao redor do pescoço e braços são sintomas comuns em diabéticos. Dermopatia diabética (mudanças na textura e coloração da pele) afeta mais de 70% de todos os pacientes diabéticos.

Perda de cabelo. Diabetes interfere na circulação e o crescimento normal dos cabelos. Perda capilar e fios finos podem ser sintomas de diabetes.

Fadiga, confusão e perda de memória. Pessoas com glicemia normal pode comer qualquer coisa e sentirem bem, mas quem apresenta instabilidade glicêmica experimenta mudanças no humor, energia, e eficiência após consumir amidos e açúcar. Fadiga, irritabilidade, falta de resistência, exaustão e confusão mental são comuns em pacientes com diabetes. Pesquisas mostram que a variação do açúcar no sangue de pré-diabéticos resulta em encolhimento razoável do hipocampo e amígdalas cerebrais, áreas envolvidas na memória e cognição.

Infecções. Elevado índice glicêmico pode ser o ambiente ideal para crescimento de bactérias, infecções de bexiga crônicas, estafilococos, doenças periodontais e gengivites são em pessoas com diabetes. Feridas de cicatrização lenta são problemáticas porque o menor corte ou arranhões não são notificados pelo diabético ate se tornarem feridas infeccionadas, especialmente nos pés.

Depressão. De todas as complicações associadas ao diabetes, depressão pode ser a mais difícil. Estudiosos de saúde mental estimam que um em cada dez Americanos cai em depressão, enquanto metade destes com diabetes. A depressão desencoraja e impede os pacientes a seguirem dietas e mudarem seu etilo de vida que poderia melhorar seu quadro de saúde.

Insônia. Privação de sono já é associada ao diabetes há tempos. Novas pesquisas concluíram que sono insuficiente impede a habilidade das células de responderem a insulina. Sono insuficiente ou interrompido pode assim levar a resistência à insulina e diabetes.

FATORES DE RISCO

Em todo o mundo, o diabetes é raro ou inexistente entre aqueles que seguem uma dieta tradicional (preparação de alimentos segundo os ancestrais há mais de 200 anos) e são fisicamente ativos. Mas tão logo as pessoas adotaram a dieta ocidental, açúcar e óleos vegetais, a saúde declinou, ganharam peso, ficaram sedentários e desenvolveram diabetes. Dieta, diz a historia da medicina, é o fator de risco.

Obesidade é o maior fator de risco associado ao diabetes. Contudo, nem toda pessoa com diabetes é acima do peso, e nem todo mundo que é acima do peso tem alto índice glicêmico. A combinação de resistência à insulina, em que as células do organismo não conseguem utilizar a insulina, e a alta ingestão de carboidratos causa aumento de peso associado ao diabetes. Aqui estão a maioria dos fatores de risco do diabetes tipo 2:

Diminuição de tolerância à glicose ou glicemia de jejum alterada. Pré-diabetes é uma forma mais branda de diabetes, que alguns chamam de diminuição de tolerância à glicose. Pode ser diagnosticado por um simples exame de sangue. Pré-diabetes é o maior fator de risco para desenvolver diabetes tipo 2.

Origem étnica. Diabetes ocorre mais em descendentes de Hispânicos, Latinos, Africanos, Índios Americanos, Asiáticos, Ilhas do Pacífico e do Alaska.

Histórico Familiar. Ter um dos pais ou parente que é diagnosticado com diabetes aumenta o risco.

Hipertensão. Hipertensão, ou pressão sanguínea alta, é o maior dos fatores de risco. A pressão alta é normalmente definida como 140/90 mmHg ou mais. Baixos índices de HDL ou “bom” colesterol e altos níveis de triglicerídeos também aumentam o risco.

Histórico de diabetes Gestacional. Ter tido diabetes durante a gravidez aumenta o fator de risco de a  mulher desenvolver diabetes tipo 2 mais tarde.

Dieta da Mãe. O que a mãe come – ou o que não come – quando estava gravida faz a diferença. Fome, escassez de alimento, dietas de perda de peso extrema, e distúrbios alimentares durante a gravidez aumenta a chance de a criança desenvolver diabetes.

Estilo de vida Sedentário. Ser inativo – exercícios menos que três vezes por semana – aumenta o risco de desenvolver diabetes.

Síndrome de Ovário Policístico. Mulheres com síndrome de ovários policístico tem alto risco de diabetes tipo 2.

Idade. Alguns médicos aconselham a rastrear o diabetes qualquer pessoa acima de 45 anos por que os riscos aumentam com a idade.

Dieta. Nos últimos 50 anos, os americanos têm sido convencidos a comer uma dieta pobre em gordura e rica em carboidratos complexos, evitando gorduras saturadas e enfatizando as gorduras polinsaturadas. Estes são os alimentos que estimulam o desenvolvimento do diabetes.

Deficiência da Vitamina D3. Pacientes com baixos níveis são os de maior risco de desenvolver insulina resistente e diabetes tipo 2. A maioria dos americanos são deficientes em vitamina D3, pois não se submetem ao sol, não se alimentam com fontes de vitamina D3, e não fazem suplementação.

Toxinas ambientais. Exposição a arsênico, dioxina, certos pesticidas e outras toxinas ambientais aumentam os riscos de diabetes. Ftalatos, produtos químicos, derivado do ácido ftálico, desenvolvidos pelo homem para deixar plásticos mais maleáveis, alteram o metabolismo da glicose, contribuindo para a resistência à insulina e eventualmente diabetes.

Prescrição de medicamentos. Pacientes com glicemia normal são mais suscetíveis ao diabetes após o uso de estatinas. A mesma conexão é encontrada entre antidepressivos e diabetes.

SALVANDO SUA PRÓPRIA VIDA

Como Jenny Ruhl explica em seu livro Blood Sugar 101, diabetes tipo 2 é uma doença terrível, mas o interessante é que pode ser opcional. “Não importa o quão sério é seu diagnostico”, ela escreve, “é uma das únicas doenças, em que você, o paciente, pode com ajuda de seu médico e sem intervenção medicamentosa, melhorar a sua saúde.”

Como? Se aliando à tecnologia e usando um glicosímetro para testar sua glicose diversas vezes por dia e mantendo um relatório da reação do sue corpo à diferentes alimentos. Procurando apoio a grupos online e outras fontes. Mudando seu estilo de vida, alimentação, exercícios físicos, se instruindo e ficando atento às mudanças dos sintomas no seu corpo, você pode estabilizar e normalizar o açúcar no sangue. Devido ao fato de que a maioria dos médicos consideram diabetes incurável, irreversível e progressivo o paciente precisa ser proativo e buscar uma grande variedade de fontes de ajuda.

A maneira mais efetiva de melhorar o nível de açúcar no sangue é reduzir o consumo de carboidratos. Ao contrário do que a Associação Americana de Diabetes recomenda que é uma dieta alta em carboidratos, baixa em gordura e controlar diabetes com insulina e outras drogas. Para a maioria de pessoas com diabetes ou pré-diabetes, perder peso sob uma dieta como estas é praticamete impossível, além de manter o nível de açúcar no sangue tão elevado que as complicações com diabetes são inevitáveis.

As melhoras mais marcantes em pacientes com diabetes que conseguiram retornar seus níveis de açúcar no sangue ao normal e dispensar toda a medicação vieram de um programa com consumo baixo em carboidrato, moderado em proteína e alto em gordura. Quão baixa em carboidratos uma dieta baixa em carboidrato deve ser? Bernstein, que foi diagnosticado em 1946 aos 14 anos de idade com diabetes tipo 1 salvou sua vida adotando ma dieta baixa em carboidratos e recomenda o plano 6-12-12, com 6 gramas de carboidrato no café da manhã, 12 no almoço e 12 no jantar. Dana Carpender vai muito bem com um programa de não mais que 20 gramas de carboidrato por dia. A estratégia de ir comendo e medindo o açúcar no sangue, contando os carboidratos e registrando a reação do seu organismo são técnicas que você faz sozinho e que qualquer pessoa pode adotar para prevenir ou reverter a doença que mais rapidamente cresce na América.

C. J. Puotinen é jornalista pesquisadora, profissional da saúde e instrutor de bem estar, instrutor certificado de EFT (Técnico em liberdade emocional), e profissional certificado de Emotion Code (Código Emocional). www.TapTheWorldEFT.com

 

 

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A Epidemia Silenciosa
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Uma visão assustadora sobre uma epidemia em desenvolvimento silencioso: a diabetes.
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Meu nome é Cristine e este blog é para você. Ele também representa um novo começo para mim.

Sou apaixonada por saúde, moro na Florida, USA e administro nossa empresa de exportação.
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