Mudando nossa percepção sobre o câncer – Dr. Edward Group e Jejum – Parte 8 15/06/2018

Se você ainda não viu a Parte 7, clique aqui.

Todas as religiões do mundo incentivam a prática do jejum. O jejum é pregado com objetivo de elevação espiritual e acredito fortemente que também, como uma prática de saúde. Temos que pensar que a tecnologia médica que temos a nosso dispor atualmente é algo muito recente. Antigamente as pessoas tinham que fazer todo o possível para não adoecer e talvez, empiricamente ou não, sabia-se que jejum é rejuvenecedor. Com a evolução da humanidade até menos de um século atrás clínicas internavam pessoas para jejuar, principalmente em lugares com águas termais, sulfurosas e em fontes naturais. Água e jejum fizeram parte do protocolo de saúde da humanidade por muitos séculos. Na Russia e na Alemanha, particularmente, estas casas de repouso era muito populares. Eram chamados sanatórios, lugar para se sanar. Porém, logo após a implantação do sistema de saúde que cresceu e se tornou o que conhecemos como medicina hoje, estas clínicas foram aos poucos desaparecendo e sanatório foi ridicularizado e o nome passou a ser usado como clínica de loucos.

Nosso corpo tem a tendência natural para se curar e quando jejuamos (água apenas) nosso corpo tem energia e tempo para trabalhar no processo regenerativo e corretivo que ele tem programado em seu dna. Muito deste trabalho é atrapalhado pela digestão especialmente quando a pessoa está doente.

Qual é a terapia médica conhecida hoje que em 72horas consegue regenerar o sistema imunológico completamente criando novos glóbulos brancos? Nenhuma! Jejuar 72 horas lhe dá este resultado gratuitamente. Como consequência disso, jejum tem um profundo impacto em doenças como o cancer que é o tema desta série. Outras condições podem ser revertidas com a prática do jejum como diabetes, doença cardíaca, alergias, asma, Alzheimer e derrames.

Sabemos que as células cancerosas são vorazes e precisam de muito combustível para continuar o projeto canceroso que elas tem programado. Uma das melhores maneiras de atrapalhar este plano destrutivo é matar elas de fome e jejum faz isso muito bem. O câncer morre de fome muito antes da pessoa devido à alta necessidade de glicose. Mas muita cautela precisa ser tomada porque quando elas morrem, uma carga tóxica fica dentro do nosso corpo que precisa ser eliminada sabiamente e este período de crise de cura pode ser bastante inconveniente.

O jejum é usado por vários terapeutas naturais como primeiro passo no tratamento de cura de câncer. Mas se jejum é tão poderoso e não se ouve falar nisso?

Eu comecei a me interessar por jejum por volta do início de 2016. Comecei a tropeçar em artigos, testemunhos, documentários, livros e um dia enquanto eu assistia o seriado “Planet Earth”, o episódio sobre os lobos eu tive uma epifania. Os lobos, em certas ocasiões podem levar até 10 dias para abater uma presa. Dez dias sem comer??? Sim! um animal de aproximadamente 60kg, num inverno hostil, com necessidade calórica alta, porque eles estão sempre se movendo,  e eles não morrem. hhhmmmm.. Então meu medo do jejum de 12 horas pra tirar sangue para o exame médico é totalmente furado, não é?  E o pinguim que passa 4 meses sem comer!!!! 4 meses!! E o bichinho não morre!

Você pode até dizer que estes animais são geneticamente diferentes de nós, que eles foram feitos para isso. Mas lembre-se que o projeto genoma já provou que temos muito pouca diferença no nosso código de dna de uma mosca de fruta. Somos todos organismos vivos que precisam se alimentar para continuarmos vivendo.  Se olharmos 300 anos pra trás, lugares hostis, áridos ou muito frio, com sérias limitações tecnológicas… será que as pessoas comiam todo dia? E 1000 anos atrás? 5000 anos atrás? É bem provável que as pessoas não comiam todos os dias. Comida não era assim tão fácil de obter. Não havia o mercadinho da esquina pra comprar um pãozinho e fazer um sanduichinho quando bate uma fominha. Até pouco tempo vi uma entrevista de uma mãe na Africa que estava tentando enviar a filha para uma escola e ela partia e carregava pedras como trabalho. Ela e a filha comiam um mingauzinho de alguma farinha todo dia e uma refeição quente por semana. Apesar da mulher irradiar saúde, vitalidade e otimismo eu fiquei aterrorizada com isso. Eu sei que isso acontece mas naquela entrevista a repórter conseguiu conectar o expectador intimamente com a entrevistada e eu fui pra cama pensando nisso. Comer uma refeição quente uma vez por semana. Como que ela sobrevive? Sobrevive!

Se formos olhar para a história da comida e dar um passo pra trás para olhar de uma distância, podemos claramente ver que nunca se comeu tanto quanto atualmente. Comida está por toda parte, em cada esquina, pronta, fácil, barata. Come-se todos os dias, várias vezes por dia. Será que nosso organismo se beneficia com este ritmo alimentar?

Eu quero propor esta análise porque quase todo mundo concorda que a natureza é sábia. A natureza é perfeita. Sem a intervenção humana todas as espécies de animais, de plantas, insetos, rios, o clima, oceanos, tudo tem um ritmo perfeito. Tudo tem a hora certa de acontecer, todos sabem o que fazer instintivamente. Sabemos que comer é um instinto de sobrevivência, sem comida morremos, é óbvio! Mas quanto é suficiente e saudável?

Há décadas e décadas fomos convencidos que temos que comer pelo menos 3 refeições ao dia todos os dias da nossa vida.  Até 2015 nunca havia passado 1 dia da minha vida sem comer. Você já passou? O máximo que fiz foi jejum de 12 ou 15 horas para fazer algum exame médico e assim já dava um pânico. O que eu vou fazer se ficar com muitaa fome?? Ai que desespero? Vai me dar o trimilique o chimilique! Vou desmaiar!

E se acontecesse uma situação na qual estivéssemos trancados em um lugar por vários dias sem acesso à comida? um barco à deriva, um pouso de emergência em um lugar remoto. Morreríamos se o socorro levasse 2 dias para chegar? 3 dias? 7 dias? Se tiver água pra beber, não. Não morremos assim tão rápido se não estivermos feridos gravemente.

Onde que eu quero chegar?  Com certeza nosso hábito alimentar mudou incrivelmente nos últimos séculos e eu estou convencida através dos resultados da minha própria experiência que comemos demais o tempo todo. Nosso sistema digestivo está sempre digerindo, nunca tem uma folga, nunca se esvazia.  Assisti a palestra do Dr. Group em Outubro de 2017. Group TTAC

A área de atuação profissional dele é voltada para terapias naturais tais como  nutrição, quiropracia, desintoxicação e ele falou do Dr Arnold Ehret que viveu de 1860 a 1930 (aprox). Dr Arnold participou de um experimento onde ele foi trancado em uma cela de vidro por dois médicos e testemunhas e ficou em observação por 49 dias e noites sem comer, apenas bebendo água.  Ele se prontificou a isso porque ninguém acreditava que se podia fazer isso. Ele afirmou: “Humanos são os animais mais doentes no planeta. Nem um outro animal violou as leis alimentares como os humanos. Nem um outro animal come tão erroneamente como humanos.” Em 1922 ele escreveu o livro “A Dieta Para Viver Sem Muco” e afirmou: “Humanos estão morrendo da energia perdida que é necessária para digerir dez vezes mais comida que o corpo precisa.”

Eu comecei a ficar curiosa de como seria a sensação do vazio de verdade. Esgotar tudo o que tem estocado no organismo, ou pelo menos quase tudo! Comecei a pesquisar, ler e todo lugar falava coisas fantásticas sobre o jejum. Os benefícios, a revitalização, a disposição que a pessoa adquire, a rapidez de pensamento, a claridade de raciocínio, a reversão de doenças. Mas eu pensei que a gente precisa comer bem pra sentir tudo isso. Daí também lembrei que cada vez que a gente come uma refeição bem feita, a gente sente sono. O oposto de vitalidade e disposição. Raciocinar claramente após uma churrascada com maionese e farofa não é necessariamente uma consequência que se pode esperar.

Durante o evento de curas para o câncer,  Dr Eduardo Group citou o testemunho do Dr Dimitri Karalis (www.drkaralis.com): “Tive a experiência mais sensacional numa noite. Eu acordei por volta a meia noite no meu 17o. dia de jejum com um desejo muito forte de correr. Tentei ignorar e voltar a dormir. Ainda assim a ânsia de correr estava tomando conta de mim e por volta da 1hr da manhã eu fui correr. Depois de quatro horas correndo eu perdi a gravidade e senti-me como se não tivesse peso ou fatiga alguma. A natureza se mostrava exuberante para meus sentidos e eu tinha vontade de conectar-me com todo mundo que passasse por mim. Eu me senti excepcionalmente feliz e meu único desejo era expressar e  transmitir este sentimento que estava sentindo pelas pessoas. Eu descobri que amor e felicidade são produtos de saúde perfeita e funcionamento harmonioso do corpo, mente e alma.

Dezessete dias??? Eu resolvi começar a brincar com as horas. Jantar as 20hrs, que tal se eu não tomar café da manhã? Almoçar bem cedo, tipo 11hr? Isso me daria 15hrs sem comer. Foi muito fácil e passei a fazer isso 3 x por semana. E se 1 x por semana eu também pular o almoço? E se 1 x por semana eu não comer nada durante um dia inteiro e for pra cama com fome? E se eu conseguir fazer isso 3 x por semana? E eu fui me sentindo cada vez mais revitalizada. Nos dias em que eu comia, eu comia moderadamente, alimentos bem simples na sua forma mais natural possível. por exemplo: omelete  e espinafre refogado, sopa de caldo de ossos com abobrinha batidos, batata doce assada com manteiga e sal. Nada processado, nada com embalagem de papel ou plástico.  A diferença? Vamos dar uma olhada na minha cara?

Repara só como o rosto desinchou. A região dos olhos, o nariz afinou, tudo ficou mais enxuto. Sim, eu emagreci uns kgs, mas o peso não estava no rosto, o rosto estava inchado. Quando jejuo noto logo que os olhos ficam maiores, mais brilhantes. É claro que não é fácil no começo. As primeiras vezes eu tive dor de cabeça que é parte do processo de desintoxiçação.

Detox: isso sim é detox! Jejuar incia o processo mais poderoso de desintoxicação que podemos fazer e é grátis! Nosso fígado e pâncreas acumulam toxinas durante nossa vida toda porque eles não conseguem parar para se limpar. Aliás a função deles é filtrar, limpar, defender o corpo mas estão sempre ocupados digerindo o excesso de comida que enfiamos pra dentro. No dia que você pára de comer, um processo totalmente novo começa no seu corpo. Os órgão começam a despejar o lixo pra fora. Para onde vai este lixo? primeiro pra corrente sanguínea e por isso é tão comum a crise de cura: dor de cabeça, náusea, cançaso. Neste momento, a única coisa a fazer é esperar passar e claro, continuar tomando água para lavar as toxinas do seu organismo. Descanso e caminhadas breves ao ar livre ajudam o processo de eliminação.  Os 3 primeiros dias de um jejum mais prolongado são os mais difíceis, depois disso, passa a fome, passa a dor e você começa a se sentir melhor, é o que a grande maioria das pessoas reportam.

Por um período de 2016 eu fiz 1 mês de jejum intercalado de um dia sim outro não. Eu senti baixa energia, frio, sono durante a primeira semana. Mas depois o metabolismos se acomodou ao novo ritmo e conforme fui praticando extendi para jejuns de  40 horas, 72 horas. A fome se torna uma sensação de alerta mais do que de apetite. Os sentidos ficam aguçados e o pensamento fica claro e comecei a sentir uma paz, uma calma interior que satisfez muito.

Eliminar ou diminuir bastante os carboidratos e fructose antes de planejar e fazer um jejum ajuda muito a equilibrar a insulina e assim a sensação de fome é menos intensa quando se começa a jejuar. A pessoa tem mais chance de sucesso.

Regeneração: após o processo de limpeza (3 dias) o corpo  já consumiu toda a glicose e passou a consumir gordura como combustível. O que acontece a partir de agora é um dos milagres mais maravilhosos que a ciência tenta esconder: Praticar o jejum prolongado ( 5 a 20 dias) é o equivalente a um tratamento de células tronco de U$120mil, só que.. grátis!  Quando paramos de comer completamente, o sistema digestivo pára de trabalhar e 100% da sua energia pode focar em curar-se. O corpo se alimenta de si mesmo e acredite-me, temos combustível para semanas e semanas. Através deste processo o organismo  se livra de células envelhecidas, toxinas que ainda restam, pequenos tumores que nem sabíamos que existiam, parasitas, vírus, fungos, ets, todos se tornam o foco do sistema de limpeza, depuração e o próximo passo é a formação de novas células. O corpo começa a reciclar tudo o que está precisando ser trocado. Ele começa a fazer olhos novos, músculo cardíaco novo, pulmão novo, etc.

Animais doentes não comem, você já observou? Eu percebi logo quando meu cachorro adoeceu. Ele não comeu. O instinto os orienta a jejuar. Aliás, humanos são os únicos animais que alimentam quando estão doentes. Então por que os médicos não sugerem jejuns? Simples! Eles não estudam isso porque não dá dinheiro. Fomos ensinados a comer sempre. A maioria das pessoas tem medo de jejuns, de ficar sem comer. Elas ficam ansiosas que algo de ruim vai acontecer com elas se elas não comerem um dia inteiro. Existem estes mitos sobre jejum e os mais comuns são:

  • Morrer de fome.  Jejuar é benéfico. Passar fome é prejudicial. Somente quando o corpo tem menos de 5% de gordura é que a proteína começa a ser consumida pelo corpo. Então fica tranquilo, a maioria das pessoas tem gordura para queimar por mais de 20 dias antes de chegar na proteína.
  • Perda de massa muscular. Jejum aumenta a secreção de hormônios de crescimento humano que mantém massa corporal magra.
  • Queda da glicose. A glicose é consumida nas primeiras 24 a 36 horas e daí o corpo começa a usar cetonas como combustível e o corpo está seguro.

Digestão é a função que mais consome energia do nosso sistema. A maior parte da comida que ingerimos é  transformada em energia para digerir o que comemos, pense nisso! Quando se faz jejum é comum a pessoa sentir-se energizada depois do 3 ou 4 dias. Os primeiros dias são difíceis porque a troca de combustível, de glicose para cetonas é dolorosa para quem não a conhece. Com um pouco de prática, a pessoa aprende a reconhecer os sintomas e até os recebe receptivamente .

Tenha em mente que um jejum voluntário feito com água e motivação é uma situação diferente do que o estresse que sofrem as pessoas que passam fome. O estado mental deles é de desespero, medo e angústia. O estado emocional de pessoa jejuando deve ser de uma intenção calma e consciente. A intenção é direcionar a energia que temos para cura e elevação e o resultado é extremamente gratificante.  Durante a palestra da qual participei eu comecei a conversar com uma senhora que se sentou ao meu lado e ela me contou que junto com o marido já havia feito um jejum de 40 dias e quando voltasse para casa após o evento ela ia fazer outro de 18 dias. Ela disse que chega um ponto em que você realmente deseja aquela sensação de leveza e clareza que resultam do descanso do aparelho digestivo. Ela decidiu fazer jejuns depois da terceira ocorrência de câncer de mama. Ela havia se cansado do estresse das visitas médicas constantes, das sessões de quimio, das internações hospitalares e nada tinha resolvido seu problema. Desta vez, ela não havia mais voltado ao médico tradicional e estava seguindo apenas protocolos naturais dos quais jejum era o foco central. Ela disse que todos os sintomas do câncer haviam desaparecidos, que se sentia bem e que em 30 dias iria fazer um check-up para ver como estava a sua recuperação. Aliás, ela optou por fazer o acompanhamento apenas a cada 3 meses porque ela disse que se sentia magnífica e na maioria dos dias ela esquece que tem câncer, algo que os médicos tradicionais fazem questão que você não esqueça. Segundo ela, a maior mudança foi a abordagem mental. Onde ela primeiro havia desmontado e desistido de lutar abriu-se um espaço para viver todo dia como se fosse o melhor dia da sua vida e isso abriu as portas para mudança total no estilo de vida do casal que se aproximou da natureza para buscar o caminho de volta à harmonia. Pessoas como ela compuseram a maior parte da audiência de milhares de pessoas que atenderam este evento incrível que durou 4 dias em Outubro de 2017. As pessoas estão tomando as rédias da responsabilidade pela sua própria saúde. Que grupo fantástico de pessoas!

the-truth-about-cancer-live-closing-ceremony

The crowd

 

Se você  conhece alguém que possa se beneficiar destas informações, por favor compartilhe.

E se você ainda não cadastrou seu email na nossa página inicial para receber os próximos artigos direto na sua caixa de emails, agora é a hora!

Conte-me o que achou deste material no campo de comentário abaixo. Eu gosto muito de ler o que vocês têm a dizer e eu responderei a todos os comentários.

Comente

Kombucha saborizada. Ou não! 13/06/2018

Enquanto reviso as páginas desta “bíblia” da kombucha, sinto me indecisa sobre qual é o melhor sabor de kombucha que já provei. Banana com chocolate ficou gravado na minha memória! ahhh tenho que fazer de novo! Kombucha é como música e as combinações são praticamente infinitas. Todas as combinações, entretanto, têm um começo em comum: chá, açúcar e s.c.o.b.y. (symbiotic culture of bacteria and yeast = cultura simbiótica de bactérias e leveduras). No Brasil deveríamos usar o nome c.s.d.b.l. mas como isso não tem como pronunciar, prosseguimos com o acrônimo Inglês mesmo.

Leia Mais

Comente

Mudando nossa percepção do câncer – Stuart Nunnally e Odontologia Biológica – Parte 7 08/06/2018

Clique aqui para acessar a Parte 6.

Como você já deve estar sabendo, em Outubro de 2017 eu participei de um evento internacional sobre curas alternativas para câncer. Eu estou estudando este assunto desde 2013, 2014.. Quanto mais a gente explora, mais a gente acha. A palestra do Dr Nunnally foi uma das melhores surpresas. Eu nunca imaginava o quanto as práticas odontológicas em vigor impactam a nossa saúde e qual parcela que ela contribui para pessoas suscetíveis ao câncer.

Gabriel na dentista

Leia Mais

Comente

Macarrão de abobrinha ao pesto de brócolis 03/06/2018

Domingo é um ótimo dia para fazer algo diferente! Este prato é excelente sozinho ou acompanhado de um filé ou frango grelhado.

Uma deliciosa opção às pastas de trigo se sua intenção é regularizar a insulina ou consumir menos carboidrato.

INGREDIENTES:

1 abobrinha verde grande cortada em forma de macarrão ( existem ferramentas para isso ou vc pode fatiar fininho e cortar em tiras)

1 xícara de brocolis ( somente as flores)

1 cebola verde longa picadinha

1/2 xícara de folhas de manjericão

1/4 xícara de nozes chilenas neutralizadas

2 dentes de alho

1/4 xícara sopa de azeite de oliva

30 gr de queijo feta

suco de meio limão

parmesão ralado

sal e pimenta a gosto

INSTRUÇÃO:

Coloque uma panela grande com água para ferver.

Coloque todos os  ingredientes, exceto a abobrinha no processador e processe até a mistura ficar homogênia.

Quando a água está bem borbulhante jogue a abobrinha dentro por apenas 60 segundos. Escorra imediatamente. O ponto da abobrinha é importante para vc ter uma textura gostosa. Vc pode ajustar o cozimento ao seu gosto, mas cuide para não cozinha demais, pois pode desmanchar.

Sirva o molho pesto sobre a abobrinha e cubra com parmesão e .. pronto!

Bom proveito!

 

Comente